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Covid-19: falta de testes aumenta taxa de letalidade no Brasil e insegurança no número real de infectados

Índice de mortalidade da doença foi de 2,1% a 3,5% em poucos dias; aumento tem relação direta com sub notificações dos casos confirmados

Desde que a pandemia do novo Codiv-19 (coronaviruis) se espalhou pelo mundo, sua taxa de letalidade tem atingido diferentes valores nos países. No Brasil, esse valor atualmente está em 3,5%, próximo dos 3,9% da China, onde a doença começou. Porém, este número está diretamente ligado à sub notificações dos casos confirmados no país. A expectativa é que, com o aumento de testes, esse valor diminua e assim tenhamos um número mais próximo do real em nosso pais.

“Quando se usa mais extensivamente os testes, encontra-se muita gente com quadros subclínicos positivos para o coronavírus que são colocados no denominador. Isso aumenta o número de indivíduos com quadros leves, o que diminui a letalidade”, explicou Eliseu Waldman, infectologista da Universidade de São Paulo (USP) em uma reportagem ao olhar digital.

Atualmente, o Brasil só testa pacientes com casos mais graves e profissionais da saúde, gerando a sub notificação. “Nós não temos testes para todos os casos. Se tivéssemos hoje todos as casos que estão circulando Brasil afora, nós teríamos um denominador maior e uma letalidade menor. Quanto menos testes você faz, maior a letalidade”, afirmou o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta em entrevista.

No início de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) calculou a taxa global de óbito do Sars-Cov-2 em 3,4%. Hoje, porém, esse número é calculado em 4,8%. As maiores taxas são encontradas na Itália, com 10% e na Espanha, com 8,2%.

O Brasil é um dos países que menos realiza testes para covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, segundo uma comparação internacional feita pela BBC News Brasil a partir de dados oficiais compilados pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Até o dia 20 de abril, de acordo com o Ministério da Saúde, foram realizados 132.467 testes específicos para covid-19. Outros 56.613 estão em análise.

Os números não incluem testes realizados em hospitais e clínicas particulares, apenas na rede pública de saúde.

“O Ministério da Saúde informa que, segundo dados do Gerenciador de Ambiental Laboratorial (GAL), até 20 de abril, 189.080 exames do painel viral (vírus respiratórios diversos) foram realizados nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN) do país. Destes, 132.467 foram específicos para covid-19 e outros 56.613 estão em análise”, informou o órgão em nota à BBC News Brasil.

De acordo com a pasta, testes “em análise” são exames que “estão sendo processados nos laboratórios e que ainda não tiveram diagnóstico concluído”.

Isso significa que, atualmente, a proporção de testes por cada 1 mil habitantes no Brasil, considerando uma população de 210 milhões de pessoas, é de 0,63 (ou 63 por cada 100 mil habitantes).

Essa taxa é inferior à de muitos países do mundo, inclusive latino-americanos, como Cuba (2,65), Chile (6,43), Paraguai (0,83), Peru (4,44), Argentina (0,76) e Equador (1,15).

Também é muito mais baixa do que a de nações desenvolvidas, como Alemanha (25,11) e Itália (23,64), e dos Estados Unidos (12,08), o novo epicentro da pandemia, segundo a plataforma Our World In Data, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que compila dados oficiais de mais de 70 países e territórios. Até o momento da publicação desta reportagem, o Brasil ainda não havia sido listado porque o Ministério de Saúde brasileiro “não divulga atualizações regulares sobre testes”, disse um dos responsáveis pela coleta dos dados à BBC News Brasil.

Mas se fosse incluído no ranking, o Brasil estaria na 60ª posição entre 75 países que realizaram testes para covid-19 até 20 de abril, à frente somente da Tailândia, Filipinas, Paquistão, Marrocos, Bolívia, Índia, Senegal, México, Uganda, Nepal, Quênia, Indonésia, Bangladesh, Mianmar, Etiópia e Nigéria, respectivamente.

Lideram o ranking Islândia (127,58), Luxemburgo, Bahrein, Estônia e Israel.

Segundo a Our World In Data, “nenhum país conhece o verdadeiro número de casos de pessoas infectadas com covid-19. Tudo o que sabemos é o status da infecção daqueles que foram testados”.

“O número total de pessoas que testaram positivo – o número de casos confirmados – não é o número de pessoas que foram infectadas. O número real de pessoas infectadas com covid-19 é muito maior.”

De acordo com a plataforma, mais testes significam “dados mais confiáveis sobre casos confirmados, por dois motivos”.

“Em primeiro lugar, um maior número de testes nos fornece uma ‘amostra’ maior de pessoas das quais conhecemos o status de infecção. Se todo mundo fosse testado, saberíamos o número real de pessoas que estão infectadas.”

“Em segundo lugar, pode ser que os países com alta capacidade de teste não precisem racionar tanto os testes. Onde a capacidade de testes é baixa, os testes podem ser reservados (racionados) para grupos de alto risco. Esse racionamento é uma das razões pelas quais as pessoas testadas não são representativas da população em geral.”

“Como tal, onde a cobertura de testes é maior, a amostra de pessoas testadas pode fornecer uma deia menos tendenciosa da verdadeira prevalência do vírus.”.

Além de determinar a real extensão do contágio, especialistas acrescentam que, munidos dessas informações, governos podem formular políticas públicas mais apropriadas, isolando doentes ou grupos mais vulneráveis, de forma a evitar a propagação da doença.

Na prática, dizem eles, autoridades sanitárias saberiam quando implementar ou relaxar medidas de isolamento social, por exemplo.

“Sem saber a real dimensão da epidemia, um governo pode agir atrasado ou adiantar medidas drásticas sem que sejas necessárias”, explicou o virologista Anderson Brito, do departamento de epidemiologia da Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, em entrevista recente à BBC News Brasil.

Brasil

No Brasil, houve uma explosão de hospitalizações por insuficiência respiratória grave (SRAG). De 15 a 21 de março, foram mais de 8 mil internações, contra cerca de 1 mil no mesmo período do ano passado. Dessas apenas 780 tiveram resultado positivo para covid-19, segundo dados do Ministério da Saúde.

Em entrevistas coletivas, o órgão admitiu a falta de testes. Um dos problemas é a falta de insumos para a produção dos testes, uma vez que há uma corrida mundial de países por essas substâncias.

Ou seja, há um problema de baixa oferta e alta demanda.

Apesar disso, o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou que não existe a possibilidade de testagem em massa da população para o novo coronavírus.

“Não tem fórmula mágica, não tem teste em massa. O que você tem que fazer é usar os testes para mapear a população de forma que sua amostra reflita o todo. Ter o dado, interpretar o dado e tomar iniciativas a partir disso é o que vai fazer toda a diferença”, disse ele, em sua primeira entrevista coletiva no comando do órgão.

Em março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu que países fizessem testes em massa em suas populações para combater a pandemia do novo coronavírus.

Na ocasião, o diretor-geral da agência, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que testar qualquer caso suspeito de covid-19 seria essencial para identificar e isolar o máximo de pessoas infectadas e saber quem pode ter entrado em contato com elas para que se possa quebrar a cadeia de transmissão.

Um dos melhores exemplos disso veio da Coreia do Sul. O país não chegou a entrar em quarentena, como outros lugares do mundo, mas testou milhões de pessoas, o que, junto com outras medidas, reduziu drasticamente o número de novos casos e mortes.

Ranking de países por total de testes para covid-19 até 20 de abril

China diz ter desenvolvido nanomaterial que desativa novo coronavírus

Eficiência do material seria de 96,5 e 99,9%, segundo relatório

Desde que o novo coronavírus se espalhou pelo mundo, diversos pesquisadores estão em busca de uma cura para a Covid-19. Agora, uma equipe chinesa afirma que desenvolveu um método para combater o vírus. “Eles dizem que encontraram um nanomaterial que pode absorver e desativar o vírus com eficiência de 96,5 a 99,9%”, informou o Global Times da China.

Segundo a Reuters, a intenção dos pesquisadores é fabricar purificadores de ar e máscaras com o nanomaterial. A agência de notícias destacou que os testes foram realizados na filial do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, o instituto nacional de saúde pública dos Estados Unidos.

O que são nanomateriais?

São materiais que possuem graus estruturais na ordem de 10-9m ou um nanômetro (que é igual a um milionésimo de milímetro). As propriedades dos materiais de escala nanométrica diferem daquelas observadas em maior escala. São objeto de estudo da nanociência e da nanotecnologia e aproximadamente 100.000 vezes menor que o diâmetro de um cabelo humano). As partículas de tamanho nanométrico existem na natureza e podem ser criadas a partir de uma variedade de produtos.

Na saúde, por exemplo, os nanomateriais já se provaram muito úteis. Os Nanozymes, por exemplo, possuem características semelhantes a enzimas e possuem alto potencial. O engenheiro químico Thomas Webster, que faz parte da equipe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, também propôs o uso dos nanomateriais para combater o novo coronavírus, impedindo que o vírus se reproduza.

A busca pela cura da Covid-19 está a todo vapor. Diversos países e a Organização Mundial da Saúde estão trabalhando para determinar a eficácia de medicamentos já existentes. Além disso, são realizadas pesquisas para o desenvolvimento de vacinas, com testes já sendo realizados.

Porém mesmo assim a solução definitiva ou mesmo paliativa para o problema ainda aparenta estar um pouco distante, pois não seria apenas uma solução e possivelmente um conjunto de soluções para o mesmo fim, diversos remédios tem se mostrados eficientes, porém com o decorrer dos testes muitos tem sido descartados

Petróleo cai abaixo de zero: US$ 40 negativos. Saiba o que isso significa

Conforme reportagem veiculada pelo site da Super Interessante:

Isso só vale para o óleo vendido nos EUA com entrega em maio. O resto segue “normal”

Não existe um “preço do petróleo”. Há vários tipos de petróleo – dos mais leves, mais ‘líquidos’, bons para fazer combustível, aos mais pesados, barrentos, bons para fazer asfalto. Esses últimos tendem a ser mais baratos.

Bom, mesmo entre tipos iguais de petróleo você tem diferentes mercados. Uma refinaria dos EUA tende a comprar petróleo produzido por lá mesmo, para gastar menos com o transporte dos barris. Uma da Inglaterra tende a comprar dos produtores do Atlântico Norte, pelo mesmo motivo. E cada um vai ter seu preço.

Para não virar bagunça, instituíram-se dois preços de referencia. Um é o do petróleo do tipo West Texas Intermediate (WTI), produzido nos EUA, e que apesar do nome é um óleo leve (não “intermediário). E temos o Brent, do Atlântico Norte, e um pouco mais pesado.

Outra especificidade do mercado de petróleo: quase não existe pronta entrega. Você compra um barril para entrega em maio, ou em junho, ou em julho… E o próprio contrato é negociado. Eu não preciso ter barris de petróleo para vender petróleo. Se eu comprar um milhão de barris com entrega para julho, posso revender esse direito para você. É assim que esse mercado gira.

O que aconteceu, então? Os estoques de petróleo nos EUA estão cheios. As empresas que fabricam combustíveis (ou outros derivados do óleo) encheram seus galpões com a guerra de preços entre Arábia Saudita e Rússia, que baixou a cotação do WTI, do Brent e de qualquer outro tipo de petróleo. Com a demanda fraca no mundo inteiro, dado que está tudo quarentemado, não refinaram esse óleo ainda. Ele segue guardado.

Só que agora não há mais onde guardar barris nos EUA. O contratos para entrega de petróleo em maio vencem amanhã (21). O seja: quem sobrar com eles na mão vai ter o compromisso de receber uma entrega de barris, e não vai ter onde guardar.

Com isso, o preço do WTI foi caindo ao longo desta segunda (20) . Da casa dos US$ 20 para US$ 10, depois para US$ 5… Depois para zero. Mas ainda assim não era o bastante. Como o compromisso de arrumar um lugar para estocar os barris custa caro, não havia nem quem levasse o petróleo de graça. Os donos dos contratos com entrega para maio, então, passaram a PAGAR para se livrar do mico. Primeiro, US$ 2 por barril. Mais tarde US$ 40. Ou seja: o preço do WTI com entrega para maio caiu a -US$ 40.

Enquanto isso, o WTI com entrega para junho seguia a US$ 20; o Brent, a US$ 26 – pouco para uma mercadoria que até outro dia custava US$ 140, mas dentro do mundo racional, por enquanto. Mais um capítulo da maior e mais brusca crise de todos os tempos. Uma história que está sendo escrita neste exato momento.

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