Soluções em Nuvem

O novo contexto de data center amplia limites do hardware de um local físico para um cenário de infraestrutura digital extremamente veloz, complexa e em constante expansão. Isso exige que a TI adote uma nova abordagem de gerenciamento de infraestrutura de data center que permita:

Trabalhe de onde quiser e a qualquer hora

Com o uso contínuo de recursos em nuvem permitem a você e sua empresa possuir uma infraestrutura convergente acessível de qualquer local e com toda segurança e confiabilidade

O que as pessoas estão dizendo...

Ao questionar alguns de nossos clientes sobre nossas soluções e se estão felizes com o resultado:

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Casa conectada é o destaque da Eletrolar Show 2019

Marcas como Xiaomi, LG e Positivo, entre outras, apresentam seus produtos para esse segmento. Além disso, há diversos itens inusitados em exposição

A Eletrolar Show começou hoje em São Paulo e vai até quinta-feira, 1º de agosto. Mais de 700 empresas expõem seus produtos por lá e o grande destaque da feira é a casa conectada. Há opções de todo tipo e para todos os bolsos, já que diferentes marcas mostram suas novidades nesse segmento. Isso inclui desde kits para automação de aspectos de segurança, como sensores de presença e smart lâmpadas, até televisores que funcionam como o centro inteligente da casa e eletrodomésticos que podem ser ligados a distância pelo celular.

Entre as fabricantes que oferecem esse tipo de solução estão a LG, a Positivo Casa Inteligente, a Xiaomi, a Orvibo e a i2Go. A LG fez de seus televisores o hub central da casa conectada: pelo aparelho, é possível ligar e desligar outros eletrodomésticos, bem como acompanhar o funcionamento deles. Além disso, nas lavadoras de roupas, a empresa colocou inteligência artificial para que elas detectem o tipo de tecido a ser lavado e a melhor forma de fazê-lo.

Já a Positivo Casa Inteligente destaca seus kits como os mais baratos do mercado — já que são voltados à classe média. Entre as opções da fabricante estão lâmpadas, câmeras de monitoramento, plugues para tomadas, sensores e alarmes. Os preços começam em R$ 99 e tudo é controlado por um aplicativo de celular.

A Xiaomi também tem kits para quem quer automatizar a casa, com lâmpadas, luminárias e sensores. Além disso, a companhia mostra na Eletrolar o smartphone Mi 9T, com câmera selfie pop-up, bem como os modelos Redmi 7A e Mi A3 — nenhum deles, entretanto, tem data de lançamento ou preço definidos.

Outra empresa com dispositivos para deixar a casa conectada é a Orvibo. Da fechadura biométrica à automação da cortina, passando pelo espelho inteligente que permite controlar todos os dispositivos da casa, a companhia tem soluções para os mais diferentes cômodos da residência.

Cada um dos moradores pode definir como prefere que o ambiente o receba quando chegar: pode ser, por exemplo, que o pai queira ouvir sua playlist preferida do YouTube na TV sob uma iluminação minimalista, enquanto a mãe opte por chegar ao som de música clássica e todas as luzes acesas, e o filho escolha ter seu game preferido carregado na TV do escritório e pronto para uso. Quando o dedo é colocado na fechadura, o local se adapta automaticamente.

A i2Go também tem uma linha de itens para tornar a casa mais conectada e inteligente. A gama de produtos inclui sensores wi-fi, câmeras internas e externas, lâmpadas e plugues. Com os plugues, é possível tornar qualquer tomada comum em smart e, assim, ligar um aparelho conectado a ela a distância. Isso facilita, por exemplo, preparar o jantar na fritadeira a ar enquanto está a caminho de casa. Ou, quem sabe, ligar o circulador de ar para refrescar o ambiente e deixá-lo preparado para recebê-lo.

Produtos inusitados

Além disso, o Olhar Digital deu uma volta pela feira e selecionou alguns itens curiosos. Veja!

A Geonav mostra seu AerBone. É um fone de ouvido que usa os ossos da face para propagar o som. Assim, não é preciso colocá-lo dentro da orelha para ouvir suas músicas preferidas. Isso é uma vantagem para quem precisa estar atento aos sons ambientes, como ciclistas ou quem usa patinete elétrico. O produto custa R$ 599.

Para quem está em busca de uma película resistente para o celular, a X-One oferece seus modelos Extreme Shock Eliminator. Na feira, a marca demonstra como o produto é resistente: um iPhone com a película instalada é usado como martelo para fixar um prego em um pedaço de madeira. Além disso, a empresa mostra as capas Dropguard, que absorvem impactos durante quedas e evitam que o telefone sofra danos. As películas custam a partir de R$ 100 e as capas, R$ 149,90.

No quesito saúde, a marca Beurer tem dispositivos inovadores. Um deles é a Máscara Snore. Com ela, sempre que o indivíduo ronca, um pulso é enviado ao cérebro. Assim, as vias respiratórias se abrem para que ele respire melhor e pare de roncar. Custa R$ 800.

E quem tem dificuldade para dormir pode usar o dispositivo anti-estresse da empresa. É só colocá-lo no diafragma, ouvir a música zen disponível no aplicativo próprio do aparelho e adormecer em minutos. Sai por R$ 800. A companhia tem, ainda, outros itens para a saúde, como cadeiras massageadoras, balanças que medem bioimpedância e gordura visceral e dispositivos que ativam os músculos com pulsos elétricos durante o treino na academia.

Para os dias de inverno e baixa umidade relativa do ar, uma boa opção é o umidificador portátil USB Fresh, da On Eletrônicos. Ele pode ser usado com qualquer copo ou garrafa e garante a umidificação de até 15m². O preço é R$ 59.

Ainda para o inverno, a AND tem o Aquecedor Stang para pequenos ambientes. Ele pode ser conectado ao aplicativo da marca e conectado a distância. Assim, é possível ligá-lo ao sair do trabalho e ter a casa quentinha ao chegar. A temperatura máxima que o dispositivo atinge é 30°C. Além disso, o aparelho pode ser usado como secadora de roupas: colocado dentro de uma capa especial equipada com um varal, permite secar as peças de forma mais rápida.

Engenheiro da Netflix descobre falhas de segurança no Linux

SACK Panic foi uma das vulnerabilidades encontradas por Jonathan Looney

Vários servidores, sistemas Linux e FreeBSD possuem uma vulnerabilidade de negação de serviço chamada SACK Panic. A descoberta foi feita por Jonathan Looney, engenheiro da Netflix Information Security. 

Além desta, outras brechas foram identificadas por Looney. Segundo o especialista,  uma série de pacotes maliciosos enviados para o sistema vulnerável é suficiente para travá-lo ou atrasá-lo — originando uma pane no kernel, que é disparada remotamente. Para proteger o sistema, patches de soluções foram liberados.

As três falhas estão relacionadas entre si e dizem respeito à maneira como o kernel do Linux lida com a rede TCP — um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede. O SACK Panic foi descrito pela Red Hat, empresa que disponibiliza soluções baseadas no no GNU/Linux, como o “mais grave” do trio. A empresa alertou que essa vulnerabilidade específica “pode permitir que um ataque remoto cause uma pane no kernel, em sistemas que executam o software afetado e, como resultado, afetem a disponibilidade do sistema”.

O SACK Panic foi atribuído ao  código CVE-2019-11477  e sua gravidade é classificada como “Importante”, enquanto as falhas relacionadas, de nomenclaturas CVE-2019-11478  e  CVE-2019-11479, ganharam a etiqueta de  “Moderadas”.

A vulnerabilidade mais séria afeta o Red Hat, o Debian, o Ubuntu, o Amazon Web Services e o SUSE, com kernels Linux 2.6.29 ou posteriores.

Patches estão disponíveis para os sistemas afetados e uma solução alternativa também foi sugerida. Definindo linha de comando “/ proc / sys / net / ipv4 / tcp_sack” como 0, o processamento de SACK é desativado.

Mais detalhes estão disponíveis no comunicado de segurança publicado no GitHub. Red Hat, Amazon Web Services, SUSE e Debian também compartilharam recursos e informações úteis para a correção do problema em dose tripla.

saiba mais sobre estas falhas nos links relacionados ao fabricante:

https://access.redhat.com/security/cve/cve-2019-11477

https://access.redhat.com/security/cve/cve-2019-11478

https://access.redhat.com/security/cve/cve-2019-11479

https://github.com/Netflix/security-bulletins/blob/master/advisories/third-party/2019-001.md

https://aws.amazon.com/pt/security/security-bulletins/AWS-2019-005/

https://security-tracker.debian.org/tracker/CVE-2019-11477

Computação em nuvem é parte inseparável do seu dia a dia

É bem provável que você nunca tenha pensado nisso, mas boa parte das suas tarefas diárias é feita graças à computação em nuvem. Saiba mais a seguir

Você usa Gmail? Facebook? Banco online? Netflix? Lojas virtuais? Então, você já é cliente da computação em nuvem — mesmo que jamais tenha pensado sobre isso. E a nuvem, aqui, não são as Cumulus, Congestus, Stratocumulus, Stratus ou outras que vagam pelo céu.

A nuvem é a própria internet — que, ainda que seja conhecida de todos nós, é um ente impalpável, como as nuvens de verdade que inspiraram o conceito. Apesar do nome poético, tudo o que pode ser acessado pela nuvem fica em servidores físicos. Ou seja, não há dados voando pelo ar, como a ideia pode fazer parecer inicialmente.

Como os equipamentos que guardam esse conteúdo não ficam perto do usuário, eles só são usados de forma virtual — e, claro, tudo é acessado online. Trata-se, portanto, de uma tecnologia essencial atualmente. Pode-se dizer que foi com a computação em nuvem que a internet se tornou realmente onipresente.

Afinal, ela permite fazer diferentes tarefas de forma remota. Pense, por exemplo, em uma loja virtual. Não é preciso instalar um aplicativo específico para usá-la: os dados do sistema comercial do estabelecimento estão nessa nuvem e podem ser solicitados por consumidores sempre que necessário.

A ubiquidade é sua principal característica

Diferentes ferramentas, como editores de texto, de imagens e de vídeo também estão na nuvem. O acesso à internet é suficiente para usá-los e, depois, guardar o conteúdo produzido com eles na própria nuvem. Com isso, basta estar conectado à internet para ter acesso a tudo — a qualquer hora e de qualquer lugar.

Uma das maiores novidades nesse cenário são os streamings de games, como o Stadia, do Google, o xCloud, da Microsoft, e o Playstation Now, da Sony. A proposta é que o cliente jogue até títulos que exigem especificações robustas mesmo sem tê-las em casa: um computador com configurações básicas é suficiente para que o jogador interaja com os servidores — que ficam responsáveis pela execução do jogo.

Ainda no segmento de streaming, um serviço bastante popular que usa a nuvem é o Netflix — e todos os similares que vieram depois dele. Ele permite que praticamente qualquer computador, independentemente de sua capacidade, possa ser usado para ver os títulos disponíveis no catálogo.

Em resumo, então, a computação em nuvem é a possibilidade de usar diferentes tipos de serviços pela internet. O melhor de tudo é que os servidores que os armazenam são atualizados regularmente com a geração mais recente de tecnologia. Assim, pode-se apostar em recursos flexíveis — o que representa economia — e pagar apenas pelo que se contrata.

No ambiente corporativo, a computação em nuvem oferece ainda mais benefícios. A economia com equipamento vem acompanhada da redução de custos com backup, recuperação de desastre e continuidade dos negócios. E isso é possível porque, em geral, os dados ficam hospedados em diversos sites redundantes na rede do provedor.

O sistema tem vantagens e desvantagens

A computação em nuvem representa uma mudança importante de paradigma. Até sua chegada, os recursos de tecnologia evoluíam continuamente e havia uma preocupação constante em ter sempre os dispositivos mais atuais à disposição. Com ela, essa necessidade já pode deixar de ser prioridade.

Essa é uma das principais vantagens da computação em nuvem: a possibilidade de usar equipamentos pouco potentes para tarefas complexas — afinal, tudo é executado de forma remota. Então, para ver as produções mais atuais da Netflix, até mesmo um celular ou tablet simples é suficiente.

Além disso, o acesso a dados de todo tipo pode ser feito de qualquer lugar desde que se tenha uma conexão com a internet. Assim, não é preciso manter conteúdos em um único computador e pode-se fazer tarefas diversas de qualquer dispositivo: da criação de textos à edição de vídeos.

E quais são as desvantagens? É comum que os provedores de computação em nuvem tenham políticas de segurança rígidas para a proteção de dados, mas muitos ainda veem a tecnologia com ressalvas. Especialmente aqueles indivíduos que não se sentem à vontade para manter informações importantes em ambientes online — ou têm medo de ataques virtuais.

Outro aspecto importante — e que pode ser uma desvantagem — é a necessidade de ter uma conexão com a internet de qualidade. Como tudo fica em servidores remotos, em geral instalados em localidades distantes, o acesso à internet deve ser o melhor possível. Se o usuário não usar uma rede estável, isso pode atrapalhar algumas aplicações, como streamings.

Veja o quanto você usa a nuvem

Grandes empresas atuam cada vez mais na computação em nuvem. Os recursos criados por elas permitem que tudo seja feito online, sem a necessidade de mídias físicas.

Um bom exemplo é o Google, que tem vários aplicativos na nuvem: do Gmail ao Drive, passando pelo Maps e pelo Fotos, a companhia usa de forma muito eficiente essa rede virtual. Outro destaque da empresa é o Chrome OS, que exige muito menos capacidade de processamento da máquina, já que funciona exclusivamente com aplicativos web.

A Microsoft também aposta no conceito. Seu Live tem ferramentas como o Hotmail e o Messenger (que pode ser usado mesmo que não esteja instalado no computador). Além disso, a suíte Office (Word, Excel, PowerPoint e OneNote) tem versão online e, para armazenamento, a empresa tem o OneDrive.

Outra que tem soluções desse tipo é a Apple, com seu iCloud. Lá, o cliente da marca pode integrar informações do Mac com o iPad ou o iPhone. E mais: pode sincronizar e-mails, favoritos do navegador, músicas e assim por diante. Assim, tem tudo sempre à mão em qualquer um dos dispositivos.

Conheça os tipos de nuvem

Existem diferentes tipos de nuvem, que são adequados a perfis distintos. São as nuvens pública, privada e híbrida.

Nuvem pública

Nuvens públicas pertencem a um provedor e são administradas por ele. Elas oferecem recursos de computação (como servidores e armazenamento) pela internet para serem usados por vários clientes diretamente de um navegador web.

Nuvem privada

A nuvem privada é de uma única empresa e, normalmente, fica fisicamente em seu datacenter local. Assim, todos os recursos de computação disponíveis são usados exclusivamente pela companhia que a detém.

Nuvem híbrida

Uma combinação de nuvens públicas e privadas, ligadas de forma a permitir o compartilhamento de dados, é encontrada nas nuvens híbridas. Os itens podem ser movidos entre elas para garantir maior flexibilidade e otimizar a infraestrutura.

Saiba quais são os serviços oferecidos

Os serviços de computação em nuvem podem ser enquadrados em quatro categorias. São elas: infraestrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS), software como serviço (SaaS) e computação sem servidor.

IaaS

É a categoria mais básica de serviços de computação em nuvem. Permite alugar a infraestrutura de tecnologia de informação (servidores, armazenamento, redes e sistemas operacionais) e pagar apenas o que usar.

PaaS

Esta opção oferece um ambiente sob demanda para desenvolvimento, teste, fornecimento e gerenciamento de aplicativos. Ela torna esse processo mais rápido, já que elimina a necessidade de administrar a infraestrutura necessária para o processo.

SaaS

Permite a distribuição de soluções sob demanda pela internet. Para isso, o provedor hospeda e gerencia a ferramenta e a infraestrutura subjacente, bem como a mantém atualizada. Os usuários, então, se conectam ao aplicativo pela web.

Computação sem servidor

A computação sem servidor garante que toda a infraestrutura seja administrada pelo provedor. É controlada por eventos e os recursos só são usados quando uma função ou um evento inicia essa atividade.


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