Soluções em Nuvem

O novo contexto de data center amplia limites do hardware de um local físico para um cenário de infraestrutura digital extremamente veloz, complexa e em constante expansão. Isso exige que a TI adote uma nova abordagem de gerenciamento de infraestrutura de data center que permita:

Trabalhe de onde quiser e a qualquer hora

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Para que servia o botão turbo nos computadores antigos?

A tecnologia é algo que evolui a passos assustadoramente rápidos. Isso é muito bom, claro, pois nós podemos desfrutar dessas evoluções nas mais diferentes esferas, como os smartphones, games, gadgets, automóveis e, claro, os computadores, o centro de tudo quando falamos de tecnologia.

Tamanho dinamismo e renovação acabam por deixar algumas coisas ou funções que passam desapercebidas. Seja em um telefone fixo, seja em uma CPU, sempre tinha um botãozinho que nós não fazíamos a menor ideia do que poderia fazer por nós. E o pior, tamanho era o receio, que nem ousávamos apertar tais botões. Um desses nossos amiguinhos que metiam medo era o botão “turbo”, muito comum nos computadores dos anos 90.

Para os mais desentendidos ou esquecidos, logo deve vir à cabeça: “caramba, um botão que aumentava a velocidade e a capacidade do PC? Como não fazem isso hoje?” A resposta é simples: não fazem isso porque a função deste botão era justamente a oposta. Surpreso? Não tem problema, a gente explica.

Um turbo que desacelera

As máquinas mais antigas tinham um clock bem diferente das de hoje. Nos tempos atuais, os programas se adaptam melhor às evoluções apresentadas pelos processadores, não sendo necessário que nenhum tipo de artifício externo seja usado para dar uma “acalmada” na máquina.

Então, basicamente, o botão turbo fazia com que a velocidade do seu computador fosse reduzida para que alguns programas e jogos pudessem funcionar em seu ritmo normal. “O botão ‘turbo’ das CPUs antigas passava uma percepção de maior valor para o consumidor e eram colocados para ajustar o clock do processador de acordo com a necessidade dos aplicativos”, explica Elton John Bonfim, especialista de Produtos da Positivo, em entrevista ao Canaltech.

“Os primeiros programadores de computadores usavam o clock do processador para medir o tempo de execução de cada programa e isso foi o padrão por muito tempo. Para se ter uma ideia, os processadores Intel daquela época trabalhavam próximo dos 4MHz, ou seja, tudo era feito pensando nesta velocidade, neste padrão de tempo de reação”, explica Iuri Santos, gerente de tecnologia da Kingston e da HyperX no Brasil, em entrevista à nossa reportagem. A máquina com 4Mhz em questão era equipada com o processador Intel 486, que foi, basicamente, a primeira CPU com botão turbo.

Com o tempo, os processadores foram aumentando de velocidade, indo para 8, 12, 20, 25 MHz, mas os programas e jogos não acompanhavam essa evolução e desenvolvimento do hardware. E é aí que o botão turbo entrava. “A chave do turbo era física mesmo, acoplada à placa mãe. Ao apertá-la, você interrompia a frequência de operação dos processadores para que eles ficassem na velocidade do programa ou do game em questão, que era na faixa dos 4MHz”, explica Santos.

Pentium MMX: ao apertar o turbo, as máquinas ficavam mais lentas. Acredite se quiser

Pode parecer controverso, mas, com o botão turbo apertado, o PC ficava mais anestesiado e “enganava”, por assim dizer, os aplicativos que precisavam de muito menos poder para rodar com perfeição nos PCs mais avançados. As últimas máquinas que vieram com esse botão foram os saudosos Pentium MMX, lançados em 1996, e que chegavam a ter velocidades de mais de 200 MHz.

Como ele saiu?

Aos poucos, o mercado foi percebendo que era complicado demais ter programas que rodavam em processadores específicos. Isso sem falar que nem todas as máquinas daquele tempo tinham o botão turbo.

Por isso, logo as empresas começaram a fazer processadores que tinham essa desaceleração de maneira nativa, sem a necessidade de um botão físico ligado à placa-mãe. Com isso, os PCs ficaram mais populares e fáceis de serem programados, pois essa simulação para diminuir o poder da máquina era feita por meio de software. “Hoje os computadores não possuem mais isso ligado à placa-mãe porque se trata de algo a parte. Ou seja, não está preso na velocidade de processamento do chipset”, complementa Santos.

“Hoje, o próprio processador gerencia a carga de trabalho e aumenta a frequência conforme a necessidade de processamento. É o chamado ‘Turbo Boost’ que alguns processadores possuem”, explica Bonfim.

Se o botão turbo existisse hoje, com certeza ele não funcionaria da mesma maneira que tempos atrás. A razão é muito simples: os processadores ficaram tão rápidos, que seria quase impossível abaixar o clock de 2GHz, por exemplo, para os longínquos 4MHz.

Os programas e jogos atuais já são feitos pensando justamente no poderio das máquinas que temos no mercado, e isso vale também para dispositivos mobile. As placas de vídeo e boosters que também existem no segmento, ao contrário do nosso botão turbo antigo, servem, aí sim, para acelerarem todo o processo e darem aquele empurrãozinho quando queremos jogar alguma coisa mais pesada ou fazer aquela edição de imagem ou vídeo que exige muito da CPU.

E aí, amigo leitor? Vocês ainda têm por aí uma CPU com este botão turbo? Se tiverem, mandem uma foto para gente! Caso tenham alguma história do uso deste botão, deixem nos comentários também!

Bruxas: quem eram elas e por que iam parar na fogueira. Até a Idade Contemporânea, a Europa somou 12 mil julgamentos por bruxaria, com cerca de 50 mil condenações à morte.

Elas até podiam ter nariz adunco com verrugas na ponta e usarem chapéus pontudos. Frequentemente, preparavam poções em caldeirões. E talvez até tivessem gatos pretos como animais de estimação. Mas não se engane: as bruxas eram apenas mulheres independentes, cultivando tradições inofensivas, que passavam de mãe para filha. Não muito diferente de muitas vovós de famílias do interior até hoje, que preparam remédios caseiros. Na época, isso podia ser motivo para ir para a fogueira.

“As mulheres atraíam muita desconfiança da Igreja. Quando elas se mostravam habilidosas para lidar com a vida, seja preparando medicamentos ou atuando como parteiras, os bispos iam à loucura”, afirma o historiador britânico Malcolm Gaskill, professor da Universidade de East Anglia. “Depois de várias semanas de tortura, as mulheres confessavam práticas indescritíveis, como beijar ânus de gatos, beber sangue humano ou sacrificar crianças recém-nascidas.” Assim, por meio dessas confissões, o mito ganhava credibilidade, levando a mais perseguição e mais histórias de satanismo extraídas na marra, num círculo vicioso.

Quando a perseguição alcançou o auge, vestígios da cultura pagã e costumes característicos da vida rural se transformaram em pretexto para buscar culpados para todo tipo de crise. Colheitas especialmente ruins, ondas de mortes no gado ou entre recém-nascidos, epidemias inexplicáveis para a época, ou até mesmo secas ou chuvas fora de estação eram considerados motivos para sair procurando pelas supostas adoradoras do demônio.

Narizes grandes e marcas na pele podiam ser incriminadores. O Vaticano considerava que o maléfico se manifestava pelo feio. Verrugas, corcundas, deformações físicas como mãos tortas, tudo isso podia ser visto como manifestação de bruxaria.

Quanto aos chapéus pontudos, eles chegaram a estar na moda, especialmente no norte da Europa. Eram muito usados por camponesas mulheres, que também manipulavam caldeirões, nos quais eram feitos remédios tradicionais. A Igreja, adepta do hábito de relacionar objetos pontudos ao diabo e a produção de remédios populares a práticas proibidas, passou a perseguir tanto o chapéu quanto o caldeirão. Daí vem o estereótipo moderno.

A NAÇÃO DOS “BRUXOS”

Antissemitismo virulento atribuía aos judeus as mesmas características das bruxas.

Além das pobres camponesas, mortas por preparar remédios caseiros para os vizinhos, os judeus foram largamente perseguidos durante toda a Idade Média. As lendas sobre eles eram muitas. A mais famosa era a do judeu errante. Vivendo nos tempos de Jesus, ele tinha um comércio em uma rua, por onde Cristo passou a caminho da cruz. Avarento, ele recusou água e ajuda ao condenado. Acabou amaldiçoado com uma eternidade para se arrepender. E vagou pelo mundo, desde então, condenado a sofrer por sua maldade.

Outras lendas tinham resultados mais funestos. Acreditava-se que os judeus, como as bruxas, sequestravam crianças para usar em seus rituais, bebendo seu sangue. Quando uma criança era morta violentamente, eram lançados os libelos de sangue, convocando a matar todos os judeus da cidade, o que era o chamado pogrom. A Igreja até tentava conter a turba, geralmente sem sucesso. Várias dessas supostas vítimas dos judeus foram tornadas “santos” popularmente. Como São Huguinho de Lincoln, inglês de 9 anos, cujo corpo, achado num poço em 1255, levou a um massacre de judeus na cidade. Na Europa Ocidental, os pogroms foram contidos no século 18. No Leste Europeu, só no começo do século 20.

O antissemitismo se baseava na ideia de que os judeus foram responsáveis pela morte de Jesus Cristo.

O antissemitismo se baseava na ideia de que os judeus foram responsáveis pela morte de Jesus Cristo. (Índio San/Superinteressante)

A VIDA SEXUAL DAS BRUXAS

A vassoura tem uma origem no mínimo insólita. Instrumento de trabalho das esposas e filhas, ela ainda tinha relação com um antigo rito celta: sacerdotisas usavam pedaços de paus e corriam posicionadas sobre eles como se fossem cavalos, num ritual erótico de fertilidade, uma forma de estimular o mundo vegetal a crescer com rapidez. Então era usada uma erva chamada neimendro, um potente alucinógeno, do qual eram feitos unguentos. Que eram aplicados, nas palavras do teólogo do século 15 Jordanes de Bérgamo, “embaixo dos braços e outras partes peludas”. Era nisso que, com o perdão da expressão, entrava a vassoura. As sacerdotisas celtas besuntavam a vassoura com unguento de neimendro, usavam o cabo para aplicar mais fundo, e saíam por aí montadas nela, tão alucinadas que “voavam”.

Outra maneira de se movimentar seria adotar a forma de animais, especialmente gatos. No século 15, o papa Inocêncio 8o publicou a bula Summis desiderantes affectibus, que reconhecia oficialmente a existência de bruxas e incluía gatos pretos na lista de seres que deveriam ser perseguidos. E eles eram, de fato: ainda no século 18, os franceses mantinham o hábito de prender gatos acusados de serem bruxas metamorfoseadas. Os animais eram queimados vivos ou estrangulados em praças.

As reuniões de mulheres no meio rural, seja para ajudar na colheita ou mesmo para pedir fartura a anjos e santos, eram consideradas uma forma disfarçada de sabá – a palavra, inspirada nos rituais judeus, indicava as reuniões de bruxas, no mato, ao redor de fogueiras, para a realização de rituais diversos. As bruxas também seriam amantes ardorosas de demônios – o que serviu de desculpa para perseguir pessoas de hábitos sexuais considerados desviantes, em especial o homossexualidade, tanto masculina quanto feminina, ou mesmo o crime de adotar posições diferentes do papai-e-mamãe. Os pactos demoníacos seriam consumados com a prática de sexo anal com demônios. Mas os seres do inferno também poderiam engravidar mulheres especialmente belas, muitas vezes com a concordância dos maridos ou pais. Na Alemanha protestante, ainda no século 17, crianças eram presas sob a acusação de serem metade demônios.

Bruxas foram acusadas de causar a Peste Bubônica.

Bruxas foram acusadas de causar a Peste Bubônica. (Índio San/Superinteressante)

Até a Idade Contemporânea, a Europa somou 12 mil julgamentos por bruxaria, com cerca de 50 mil condenações à morte, a maioria por confissões obtidas sob tortura — ou métodos mais exóticos. Havia também a “prova da água fria”. A acusada era amarrada com cordas no fundo de um rio. Se ela flutuasse, era considerada bruxa, e executada. Se ela afundasse, era inocente — e eles até tentavam tirá-la do fundo, então. Para quem era condenada, a fogueira não era o único método, também podiam ser punições convencionais: enforcamento ou decapitação.

No mundo desenvolvido, a perseguição sofreu uma redução brusca no século 18. A última execução aconteceu na Suíça, em 1782. Mas, em outros lugares, ainda se caçam bruxas. Só na última década, quatro pessoas, dois homens e duas mulheres, foram julgados, condenados e executados por bruxaria pelo governo da Arábia Saudita. Em São Paulo, na cidade de Guarujá, em maio de 2014, uma mulher foi caçada na rua e linchada até a morte. Em Gana, o governo local teve de criar seis campos para refugiar mulheres acusadas de bruxaria, que, se voltassem para casa, acabariam mortas pelos próprios vizinhos. Parece que se esqueceram de avisar que a Idade Média acabou. Muita gente continua a fazer valer a célebre frase de Sancho Pança: “Não acredito nas bruxas, mas, que elas existem, existem”.

Matéria Original: https://super.abril.com.br/historia/bruxas-quem-eram-elas-e-por-que-iam-parar-na-fogueira/

Avião construído para resistir ao “fim do mundo” é derrubado por um pássaro O E-6B Mercury foi desenhado para sobreviver a um ataque nuclear, mas precisou fazer um pouso de emergência após uma ave entrar no motor.

As Forças Armadas dos Estados Unidos já estão preparadas para uma eventual guerra nuclear que possa acabar com o planeta. Para isso, o país possui uma frota de aviões adaptados para sobreviver aos danos de uma bomba nuclear. Além disso, as aeronaves também usam sinais de baixas frequências para se comunicar e comandar o disparo de mísseis submarinos… Mas não foram páreo para uma ave.

No último dia 2 de outubro, a equipe das Forças Armadas conduziam um teste em algum lugar do estado de Maryland. A aeronave já estava no ar e deveria fazer uma manobra que consiste em tocar o chão por alguns segundos e voltar a decolar. Durante o exercício, um pássaro entrou em um dos quatro motores do avião, causando um pouso forçado.

Nenhum dos tripulantes se feriu, mas os estragos não foram baratos: o passarinho causou um prejuízo de U$2 milhões (cerca de R$8 milhões) em danos para a aeronave. A marinha americana classificou o acontecimento como um “acidente de classe A”, o pior na escala de desastres. Esse rótulo é reservado para acidentes com mortes ou ferimentos irreparáveis, para o caso de perda total da aeronave ou estragos maiores de 2 milhões de dólares.

O E-6B Mercury foi construído pela Boeing para funcionar como uma espécie de base aérea para a marinha americana no caso de uma guerra nuclear. Ele poderia servir como um centro de comando e comunicação militar. O grande diferencial é que seus sistemas de controle conseguem operar mesmo se uma bomba nuclear explodir bem debaixo do avião.

Acidentes com pássaros são mais comuns do que parece. São registrados mais de 3 mil acidentes aéreos militares por ano envolvendo animais selvagens só nos Estados Unidos. No Brasil, a média é de 2 mil colisões com fauna todo ano.

Se a sua ideia para diminuir esses números for colocar algum tipo de grade para proteger os motores, saiba que não é tão simples assim. Os motores sugam muito ar durante seu funcionamento. Qualquer tipo de barreira na frente deles dificultaria a absorção de ar e teria que ser extremamente grossa e resistente para aguentar o impacto de um pássaro batendo a 800 quilômetros por hora. Pouco viável para a aviação.

Já foram desenvolvidas algumas maneiras de evitar as colisões sem ferir aos animais, como chamar a atenção dos pássaros usando ilusões de ótica e pulsos de luz. Os motores das aeronaves também são robustas o suficientes para aguentar o tranco de uma ave pequena sem muito problema. Mesmo assim, as colisões com animais ainda causam um dano estimado em U$3 bilhões ao ano para a aviação mundial. Um belo estrago para a aviação – e para os pássaros.

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