Soluções em Nuvem

O novo contexto de data center amplia limites do hardware de um local físico para um cenário de infraestrutura digital extremamente veloz, complexa e em constante expansão. Isso exige que a TI adote uma nova abordagem de gerenciamento de infraestrutura de data center que permita:

Trabalhe de onde quiser e a qualquer hora

Com o uso contínuo de recursos em nuvem permitem a você e sua empresa possuir uma infraestrutura convergente acessível de qualquer local e com toda segurança e confiabilidade

O que as pessoas estão dizendo...

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3 dicas para diminuir os travamentos do Chrome no Windows 10

A atualização de maio do Windows 10 está fazendo com que o navegador Google Chrome trave mais em alguns computadores. Confira algumas dicas para amenizar este problema!

O Google Chrome é um dos navegadores mais utilizados nos computadores para acessar a internet devido aos seus inúmeros recursos. Por sua vez, quem já realizou a atualização de maio de 2020 do Windows 10 pode ter notado que o browser do Google na versão estável e canary começou a travar com bastante frequência na hora de navegar pela internet.

O problema em questão já foi reconhecido pelo Google, que ainda está trabalhando em uma atualização para poder solucioná-lo. Ainda assim, para não ter que esperar por este update, existem alguns procedimentos sugeridos pelo Google que podem amenizar estes travamentos do Chrome na última versão do Windows 10. Confira!

Limpar os dados de navegação

Apesar de o problema poder ocorrer a qualquer momento no navegador, muitas vezes isso está relacionado aos dados de navegação que são armazenados por ele na hora de acessar sites. Assim, uma simples limpeza destes dados pode ser a solução mais simples para o seu caso.

Antes de seguir este passo a passo, vale lembrar, ele apagará o histórico e outros dados que podem ser importantes para você. Veja como fazer esta limpeza:

1. Abra o navegador Google Chrome normalmente

2. Na sua tela principal, clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”

3. Em “Privacidade e Segurança”, clique em “Limpar dados de navegação”

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4. Selecione a guia “Avançado”, selecione a opção “Todo o período”, marque todas as caixinhas e clique em “Limpar dados”.

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Quem preferir, também pode acessar o menu para limpar os dados de navegação mais rapidamente ao apertar junto as teclas “Ctrl + Shift + Delete”.

Desabilite ou remova as extensões

As extensões do Google Chrome são amplamente utilizadas no navegador para adicionar novas funções em sites, como no WhatsApp Web. Por sua vez, apesar de serem bem úteis, elas são uma das maiores responsáveis por travamentos do navegador e desabilitar alguns destes complementos pode solucionar boa parte deles. Confira como é o processo para isto:

1. Abra o navegador Google Chrome normalmente;

2. Clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”;

3. Na tela aberta, vá em “Extensões”;

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4. Agora, basta clicar em “Remover” nos complementos que serão desinstalados. Caso prefira, você também pode apenas “desabilitá-los” ao desmarcar a sua chavinha.

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Restaurar as configurações padrões do Chrome

Se as duas soluções acima ainda não foram o suficiente para fazer o Chrome voltar ao normal, então, existe a possibilidade de resetar todas as configurações do navegador, o que recomendamos apenas em último caso. Segue o passo a passo:

1. Abra o navegador Google Chrome normalmente;

2. Clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”;

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3. Expanda o menu “Avançado” e clique em “Redefinir e limpar”;

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4. Na nova tela, vá em “Restaurar configurações para os padrões originais”;

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5. Já na mensagem que surge, clique em “Redefinir configurações”.

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Pronto! Com estas dicas, você deve conseguir ao menos amenizar um pouco dos travamentos do Chrome que ocorrem com a última atualização do Windows.

Como obter ‘Watch Dogs 2’ de graça neste domingo

Durante um evento que ocorrerá no domingo, a Ubisoft distribuirá de graça o jogo Watch Dogs 2 para computadores. Veja como obtê-lo!

Watch Dogs é um jogo criado pela Ubisoft que chamou bastante a atenção antes de ser lançado por conta de sua temática, gráficos e mundo aberto, chegando até mesmo a ser comparado com o GTA. Apesar de ter passado por polêmicas devido a alguns reviews negativos, o jogo chegou a ganhar uma sequência com direito a diversas melhorias.

Já a boa notícia da vez é que o jogo Watch Dogs 2 para computadores estará sendo distribuído de graça neste fim de semana. Tal iniciativa se dá por conta da própria Ubisoft, que está querendo agraciar os seus fãs durante a transmissão do evento Ubisoft Forward, que ocorre neste próximo domingo (12) a partir das 14h30. A seguir, confira como obter o Watch Dogs 2 de graça no PC.

Como obter Watch Dogs 2 de graça

A Ubisoft divulgou que o Watch Dogs 2 será distribuído neste domingo (12) a partir das 16 horas, sendo que é necessário ter uma conta na Ubi Store para obtê-lo. Já o processo para resgatar o jogo acaba sendo bem simples. Veja:

https://store.ubi.com/ofertas/account-connection?lang=pt_BR

1. Acesse este link e realize o download do UPlay, o cliente da loja da Ubisoft para computadores

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2. Entre as 16h e 16h45 deste domingo (12), abra o cliente em seu computador e faça o login em sua conta;

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3. Procure pelo Watch Dogs 2 e adicione-o a sua biblioteca.

Apesar de estar sendo distribuído de graça apenas neste fim de semana, uma vez que o jogo é adicionado a sua conta, ele é seu para sempre. Assim, você não precisará correr para finalizá-lo.

Pronto! Agora, você já sabe como pegar o Watch Dogs 2 de graça neste fim de semana para computadores.

Covid-19: falta de testes aumenta taxa de letalidade no Brasil e insegurança no número real de infectados

Índice de mortalidade da doença foi de 2,1% a 3,5% em poucos dias; aumento tem relação direta com sub notificações dos casos confirmados

Desde que a pandemia do novo Codiv-19 (coronaviruis) se espalhou pelo mundo, sua taxa de letalidade tem atingido diferentes valores nos países. No Brasil, esse valor atualmente está em 3,5%, próximo dos 3,9% da China, onde a doença começou. Porém, este número está diretamente ligado à sub notificações dos casos confirmados no país. A expectativa é que, com o aumento de testes, esse valor diminua e assim tenhamos um número mais próximo do real em nosso pais.

“Quando se usa mais extensivamente os testes, encontra-se muita gente com quadros subclínicos positivos para o coronavírus que são colocados no denominador. Isso aumenta o número de indivíduos com quadros leves, o que diminui a letalidade”, explicou Eliseu Waldman, infectologista da Universidade de São Paulo (USP) em uma reportagem ao olhar digital.

Atualmente, o Brasil só testa pacientes com casos mais graves e profissionais da saúde, gerando a sub notificação. “Nós não temos testes para todos os casos. Se tivéssemos hoje todos as casos que estão circulando Brasil afora, nós teríamos um denominador maior e uma letalidade menor. Quanto menos testes você faz, maior a letalidade”, afirmou o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta em entrevista.

No início de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) calculou a taxa global de óbito do Sars-Cov-2 em 3,4%. Hoje, porém, esse número é calculado em 4,8%. As maiores taxas são encontradas na Itália, com 10% e na Espanha, com 8,2%.

O Brasil é um dos países que menos realiza testes para covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, segundo uma comparação internacional feita pela BBC News Brasil a partir de dados oficiais compilados pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Até o dia 20 de abril, de acordo com o Ministério da Saúde, foram realizados 132.467 testes específicos para covid-19. Outros 56.613 estão em análise.

Os números não incluem testes realizados em hospitais e clínicas particulares, apenas na rede pública de saúde.

“O Ministério da Saúde informa que, segundo dados do Gerenciador de Ambiental Laboratorial (GAL), até 20 de abril, 189.080 exames do painel viral (vírus respiratórios diversos) foram realizados nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN) do país. Destes, 132.467 foram específicos para covid-19 e outros 56.613 estão em análise”, informou o órgão em nota à BBC News Brasil.

De acordo com a pasta, testes “em análise” são exames que “estão sendo processados nos laboratórios e que ainda não tiveram diagnóstico concluído”.

Isso significa que, atualmente, a proporção de testes por cada 1 mil habitantes no Brasil, considerando uma população de 210 milhões de pessoas, é de 0,63 (ou 63 por cada 100 mil habitantes).

Essa taxa é inferior à de muitos países do mundo, inclusive latino-americanos, como Cuba (2,65), Chile (6,43), Paraguai (0,83), Peru (4,44), Argentina (0,76) e Equador (1,15).

Também é muito mais baixa do que a de nações desenvolvidas, como Alemanha (25,11) e Itália (23,64), e dos Estados Unidos (12,08), o novo epicentro da pandemia, segundo a plataforma Our World In Data, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que compila dados oficiais de mais de 70 países e territórios. Até o momento da publicação desta reportagem, o Brasil ainda não havia sido listado porque o Ministério de Saúde brasileiro “não divulga atualizações regulares sobre testes”, disse um dos responsáveis pela coleta dos dados à BBC News Brasil.

Mas se fosse incluído no ranking, o Brasil estaria na 60ª posição entre 75 países que realizaram testes para covid-19 até 20 de abril, à frente somente da Tailândia, Filipinas, Paquistão, Marrocos, Bolívia, Índia, Senegal, México, Uganda, Nepal, Quênia, Indonésia, Bangladesh, Mianmar, Etiópia e Nigéria, respectivamente.

Lideram o ranking Islândia (127,58), Luxemburgo, Bahrein, Estônia e Israel.

Segundo a Our World In Data, “nenhum país conhece o verdadeiro número de casos de pessoas infectadas com covid-19. Tudo o que sabemos é o status da infecção daqueles que foram testados”.

“O número total de pessoas que testaram positivo – o número de casos confirmados – não é o número de pessoas que foram infectadas. O número real de pessoas infectadas com covid-19 é muito maior.”

De acordo com a plataforma, mais testes significam “dados mais confiáveis sobre casos confirmados, por dois motivos”.

“Em primeiro lugar, um maior número de testes nos fornece uma ‘amostra’ maior de pessoas das quais conhecemos o status de infecção. Se todo mundo fosse testado, saberíamos o número real de pessoas que estão infectadas.”

“Em segundo lugar, pode ser que os países com alta capacidade de teste não precisem racionar tanto os testes. Onde a capacidade de testes é baixa, os testes podem ser reservados (racionados) para grupos de alto risco. Esse racionamento é uma das razões pelas quais as pessoas testadas não são representativas da população em geral.”

“Como tal, onde a cobertura de testes é maior, a amostra de pessoas testadas pode fornecer uma deia menos tendenciosa da verdadeira prevalência do vírus.”.

Além de determinar a real extensão do contágio, especialistas acrescentam que, munidos dessas informações, governos podem formular políticas públicas mais apropriadas, isolando doentes ou grupos mais vulneráveis, de forma a evitar a propagação da doença.

Na prática, dizem eles, autoridades sanitárias saberiam quando implementar ou relaxar medidas de isolamento social, por exemplo.

“Sem saber a real dimensão da epidemia, um governo pode agir atrasado ou adiantar medidas drásticas sem que sejas necessárias”, explicou o virologista Anderson Brito, do departamento de epidemiologia da Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, em entrevista recente à BBC News Brasil.

Brasil

No Brasil, houve uma explosão de hospitalizações por insuficiência respiratória grave (SRAG). De 15 a 21 de março, foram mais de 8 mil internações, contra cerca de 1 mil no mesmo período do ano passado. Dessas apenas 780 tiveram resultado positivo para covid-19, segundo dados do Ministério da Saúde.

Em entrevistas coletivas, o órgão admitiu a falta de testes. Um dos problemas é a falta de insumos para a produção dos testes, uma vez que há uma corrida mundial de países por essas substâncias.

Ou seja, há um problema de baixa oferta e alta demanda.

Apesar disso, o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou que não existe a possibilidade de testagem em massa da população para o novo coronavírus.

“Não tem fórmula mágica, não tem teste em massa. O que você tem que fazer é usar os testes para mapear a população de forma que sua amostra reflita o todo. Ter o dado, interpretar o dado e tomar iniciativas a partir disso é o que vai fazer toda a diferença”, disse ele, em sua primeira entrevista coletiva no comando do órgão.

Em março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu que países fizessem testes em massa em suas populações para combater a pandemia do novo coronavírus.

Na ocasião, o diretor-geral da agência, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que testar qualquer caso suspeito de covid-19 seria essencial para identificar e isolar o máximo de pessoas infectadas e saber quem pode ter entrado em contato com elas para que se possa quebrar a cadeia de transmissão.

Um dos melhores exemplos disso veio da Coreia do Sul. O país não chegou a entrar em quarentena, como outros lugares do mundo, mas testou milhões de pessoas, o que, junto com outras medidas, reduziu drasticamente o número de novos casos e mortes.

Ranking de países por total de testes para covid-19 até 20 de abril

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