Tudo o que você precisa saber sobre USB 3.2

Tudo o que você precisa saber sobre USB 3.2

Escrito por Bruno d´Anna

Compuword Soluções 2020

O Fórum de Implementadores de USB definiu protocolos para transferência de dados, o tipo de cabo que pode ser usado e os conectores na extremidade desses cabos, etc. No final de 2017, o USB-IF atualizou o USB 3.1 para 3.2. Com isso, os cabos existentes SuperSpeed ​​certificados USB-C 3.1 Gen 1 são capazes de operar no máximo 10 Gbit/s (até 5 Gbit/s), e os cabos Gen 2 são capazes de operar no máximo 20 Gbit/s (até de 10 Gbit/s), devido aos recursos de flip-flop do conector Tipo C. cvdAlém da transmissão rápida de dados, o USB também pode transferir energia. Para os usuários, esse recurso conveniente significa que eles não precisam carregar uma fonte de alimentação volumosa para carregar seus dispositivos. Com a introdução do conector tipo C, agora é possível carregar um laptop. USB Evolution 3.2 SSP 20 GBPS

Padrões USB

O USB foi originalmente desenvolvido em 1995 pelo USB-IF. Antes disso, os periféricos usavam todos os tipos de conectores “estranhos e maravilhosos” que muitas vezes não eram compatíveis entre si.

O principal objetivo do USB-IF era definir um barramento de expansão externo que tornasse a adição de periféricos a um sistema de computador (como PCs) tão fácil quanto conectar um telefone a uma tomada de parede. O USB-IF garante que, se você comprar periféricos com tecnologia USB integrada, todos funcionarão perfeitamente juntos.

O USB-IF também queria garantir que a compatibilidade com versões anteriores fosse apresentada em cada desenvolvimento e atualizações padrão, para que o usuário não notasse nenhuma mudança no modo de uso. Os usuários, no entanto, se beneficiarão de uma gama adicional de periféricos de alto desempenho, como câmeras de videoconferência, scanners e impressoras de última geração e dispositivos de armazenamento rápido, com os mesmos recursos fáceis de usar dos periféricos USB atuais.

Em abril de 2000, o USB 2.0 foi criado e aumentou a velocidade para 480 Mbit por segundo.

Outra atualização significativa chegou em novembro de 2008 com o USB 3.0, aumentando as taxas de transferência de dados em potencial novamente para 5 Gbit / s, mantendo a compatibilidade retroativa com engrenagens USB mais antigas. Em 2013, o USB 3.1 estabeleceu o potencial para até 10 Gbit / s de transferência de dados, mesmo que a maioria dos periféricos de consumo não chegue perto disso. Além da atualização de velocidade, também há suporte para fornecer 100 W de energia, preparando o terreno para carregar laptops via USB.

USB 3.2 – Operação Multi-Lane

Em julho de 2017, o USB-IF começou a publicar especificações USB 3.2, permitindo que cabos USB-C 3.1 Gen 1 com certificação SuperSpeed ​​operassem a 10 Gbit / s e cabos Gen 2 operassem a 20 Gbit / s. Seu recurso principal é o suporte para o que é chamado de operação em várias vias, em que duas vias de 5 Gbit / s ou 10 Gbit / s podem funcionar juntas em conjunto, utilizando fios extras dentro de cabos USB. A taxa de transferência máxima teórica, portanto, aumenta para 20 Gbit / s

USB 3.2 20 GBPS and Thunderbolt 3

Vantagens do USB 3.2

O salto para o USB 3.2 significa que alguns cabos existentes serão potencialmente capazes de dobrar suas taxas de transferência de dados. Se você estiver usando cabos USB 3.0 ou USB 3.1 com conectores USB-C, eles serão capazes de enviar o dobro de dados – 2 x 5 Gbit / s ou 2 x 10 Gbit / s – graças ao multipista tecnologia em USB 3.2. O aumento na largura de banda é resultado dos recursos de flip-flop do conector Tipo C.

Você precisará de equipamento compatível com o novo padrão USB 3.2 em cada extremidade dos cabos. No entanto, os cabos em si não precisam ser substituídos para obter velocidades extras.

O conector Type-C está se tornando popular para dispositivos de consumo USB 3.1 ou 3.2, incluindo telefones celulares e laptops. Observe, entretanto, que o conector Tipo-C é independente da especificação USB 3.1 ou 3.2; Os produtos Tipo C não têm garantia de suporte a velocidades de transferência USB 3.1. Os cabos que usam os conhecidos conectores USB-A planos ainda podem ter USB 3.1.

USB 3.2 Micro-B and Type-C

Os dispositivos USB atuais funcionarão com compatibilidade total em um sistema USB 3.2. Os recursos adicionais do USB 3.2 expandirão o segmento de mercado para periféricos USB, permitindo a transição de produtos de varejo com a base instalada.

A rapidez com que começaremos a ver o USB 3.2 implementado em eletrônicos de consumo talvez dependa de vários fatores, incluindo tendências de mercado, prontidão para fabricação e preocupações com o lucro.

3 dicas para diminuir os travamentos do Chrome no Windows 10

3 dicas para diminuir os travamentos do Chrome no Windows 10

A atualização de maio do Windows 10 está fazendo com que o navegador Google Chrome trave mais em alguns computadores. Confira algumas dicas para amenizar este problema!

O Google Chrome é um dos navegadores mais utilizados nos computadores para acessar a internet devido aos seus inúmeros recursos. Por sua vez, quem já realizou a atualização de maio de 2020 do Windows 10 pode ter notado que o browser do Google na versão estável e canary começou a travar com bastante frequência na hora de navegar pela internet.

O problema em questão já foi reconhecido pelo Google, que ainda está trabalhando em uma atualização para poder solucioná-lo. Ainda assim, para não ter que esperar por este update, existem alguns procedimentos sugeridos pelo Google que podem amenizar estes travamentos do Chrome na última versão do Windows 10. Confira!

Limpar os dados de navegação

Apesar de o problema poder ocorrer a qualquer momento no navegador, muitas vezes isso está relacionado aos dados de navegação que são armazenados por ele na hora de acessar sites. Assim, uma simples limpeza destes dados pode ser a solução mais simples para o seu caso.

Antes de seguir este passo a passo, vale lembrar, ele apagará o histórico e outros dados que podem ser importantes para você. Veja como fazer esta limpeza:

1. Abra o navegador Google Chrome normalmente

2. Na sua tela principal, clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”

3. Em “Privacidade e Segurança”, clique em “Limpar dados de navegação”

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4. Selecione a guia “Avançado”, selecione a opção “Todo o período”, marque todas as caixinhas e clique em “Limpar dados”.

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Quem preferir, também pode acessar o menu para limpar os dados de navegação mais rapidamente ao apertar junto as teclas “Ctrl + Shift + Delete”.

Desabilite ou remova as extensões

As extensões do Google Chrome são amplamente utilizadas no navegador para adicionar novas funções em sites, como no WhatsApp Web. Por sua vez, apesar de serem bem úteis, elas são uma das maiores responsáveis por travamentos do navegador e desabilitar alguns destes complementos pode solucionar boa parte deles. Confira como é o processo para isto:

1. Abra o navegador Google Chrome normalmente;

2. Clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”;

3. Na tela aberta, vá em “Extensões”;

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4. Agora, basta clicar em “Remover” nos complementos que serão desinstalados. Caso prefira, você também pode apenas “desabilitá-los” ao desmarcar a sua chavinha.

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Restaurar as configurações padrões do Chrome

Se as duas soluções acima ainda não foram o suficiente para fazer o Chrome voltar ao normal, então, existe a possibilidade de resetar todas as configurações do navegador, o que recomendamos apenas em último caso. Segue o passo a passo:

1. Abra o navegador Google Chrome normalmente;

2. Clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”;

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3. Expanda o menu “Avançado” e clique em “Redefinir e limpar”;

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4. Na nova tela, vá em “Restaurar configurações para os padrões originais”;

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5. Já na mensagem que surge, clique em “Redefinir configurações”.

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Pronto! Com estas dicas, você deve conseguir ao menos amenizar um pouco dos travamentos do Chrome que ocorrem com a última atualização do Windows.

Como obter ‘Watch Dogs 2’ de graça neste domingo

Durante um evento que ocorrerá no domingo, a Ubisoft distribuirá de graça o jogo Watch Dogs 2 para computadores. Veja como obtê-lo!

Watch Dogs é um jogo criado pela Ubisoft que chamou bastante a atenção antes de ser lançado por conta de sua temática, gráficos e mundo aberto, chegando até mesmo a ser comparado com o GTA. Apesar de ter passado por polêmicas devido a alguns reviews negativos, o jogo chegou a ganhar uma sequência com direito a diversas melhorias.

Já a boa notícia da vez é que o jogo Watch Dogs 2 para computadores estará sendo distribuído de graça neste fim de semana. Tal iniciativa se dá por conta da própria Ubisoft, que está querendo agraciar os seus fãs durante a transmissão do evento Ubisoft Forward, que ocorre neste próximo domingo (12) a partir das 14h30. A seguir, confira como obter o Watch Dogs 2 de graça no PC.

Como obter Watch Dogs 2 de graça

A Ubisoft divulgou que o Watch Dogs 2 será distribuído neste domingo (12) a partir das 16 horas, sendo que é necessário ter uma conta na Ubi Store para obtê-lo. Já o processo para resgatar o jogo acaba sendo bem simples. Veja:

https://store.ubi.com/ofertas/account-connection?lang=pt_BR

1. Acesse este link e realize o download do UPlay, o cliente da loja da Ubisoft para computadores

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2. Entre as 16h e 16h45 deste domingo (12), abra o cliente em seu computador e faça o login em sua conta;

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3. Procure pelo Watch Dogs 2 e adicione-o a sua biblioteca.

Apesar de estar sendo distribuído de graça apenas neste fim de semana, uma vez que o jogo é adicionado a sua conta, ele é seu para sempre. Assim, você não precisará correr para finalizá-lo.

Pronto! Agora, você já sabe como pegar o Watch Dogs 2 de graça neste fim de semana para computadores.

Covid-19: falta de testes aumenta taxa de letalidade no Brasil e insegurança no número real de infectados

Covid-19: falta de testes aumenta taxa de letalidade no Brasil e insegurança no número real de infectados

Índice de mortalidade da doença foi de 2,1% a 3,5% em poucos dias; aumento tem relação direta com sub notificações dos casos confirmados

Desde que a pandemia do novo Codiv-19 (coronaviruis) se espalhou pelo mundo, sua taxa de letalidade tem atingido diferentes valores nos países. No Brasil, esse valor atualmente está em 3,5%, próximo dos 3,9% da China, onde a doença começou. Porém, este número está diretamente ligado à sub notificações dos casos confirmados no país. A expectativa é que, com o aumento de testes, esse valor diminua e assim tenhamos um número mais próximo do real em nosso pais.

“Quando se usa mais extensivamente os testes, encontra-se muita gente com quadros subclínicos positivos para o coronavírus que são colocados no denominador. Isso aumenta o número de indivíduos com quadros leves, o que diminui a letalidade”, explicou Eliseu Waldman, infectologista da Universidade de São Paulo (USP) em uma reportagem ao olhar digital.

Atualmente, o Brasil só testa pacientes com casos mais graves e profissionais da saúde, gerando a sub notificação. “Nós não temos testes para todos os casos. Se tivéssemos hoje todos as casos que estão circulando Brasil afora, nós teríamos um denominador maior e uma letalidade menor. Quanto menos testes você faz, maior a letalidade”, afirmou o ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta em entrevista.

No início de março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) calculou a taxa global de óbito do Sars-Cov-2 em 3,4%. Hoje, porém, esse número é calculado em 4,8%. As maiores taxas são encontradas na Itália, com 10% e na Espanha, com 8,2%.

O Brasil é um dos países que menos realiza testes para covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, segundo uma comparação internacional feita pela BBC News Brasil a partir de dados oficiais compilados pela Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Até o dia 20 de abril, de acordo com o Ministério da Saúde, foram realizados 132.467 testes específicos para covid-19. Outros 56.613 estão em análise.

Os números não incluem testes realizados em hospitais e clínicas particulares, apenas na rede pública de saúde.

“O Ministério da Saúde informa que, segundo dados do Gerenciador de Ambiental Laboratorial (GAL), até 20 de abril, 189.080 exames do painel viral (vírus respiratórios diversos) foram realizados nos Laboratórios Centrais de Saúde Pública (LACEN) do país. Destes, 132.467 foram específicos para covid-19 e outros 56.613 estão em análise”, informou o órgão em nota à BBC News Brasil.

De acordo com a pasta, testes “em análise” são exames que “estão sendo processados nos laboratórios e que ainda não tiveram diagnóstico concluído”.

Isso significa que, atualmente, a proporção de testes por cada 1 mil habitantes no Brasil, considerando uma população de 210 milhões de pessoas, é de 0,63 (ou 63 por cada 100 mil habitantes).

Essa taxa é inferior à de muitos países do mundo, inclusive latino-americanos, como Cuba (2,65), Chile (6,43), Paraguai (0,83), Peru (4,44), Argentina (0,76) e Equador (1,15).

Também é muito mais baixa do que a de nações desenvolvidas, como Alemanha (25,11) e Itália (23,64), e dos Estados Unidos (12,08), o novo epicentro da pandemia, segundo a plataforma Our World In Data, da Universidade de Oxford, no Reino Unido, que compila dados oficiais de mais de 70 países e territórios. Até o momento da publicação desta reportagem, o Brasil ainda não havia sido listado porque o Ministério de Saúde brasileiro “não divulga atualizações regulares sobre testes”, disse um dos responsáveis pela coleta dos dados à BBC News Brasil.

Mas se fosse incluído no ranking, o Brasil estaria na 60ª posição entre 75 países que realizaram testes para covid-19 até 20 de abril, à frente somente da Tailândia, Filipinas, Paquistão, Marrocos, Bolívia, Índia, Senegal, México, Uganda, Nepal, Quênia, Indonésia, Bangladesh, Mianmar, Etiópia e Nigéria, respectivamente.

Lideram o ranking Islândia (127,58), Luxemburgo, Bahrein, Estônia e Israel.

Segundo a Our World In Data, “nenhum país conhece o verdadeiro número de casos de pessoas infectadas com covid-19. Tudo o que sabemos é o status da infecção daqueles que foram testados”.

“O número total de pessoas que testaram positivo – o número de casos confirmados – não é o número de pessoas que foram infectadas. O número real de pessoas infectadas com covid-19 é muito maior.”

De acordo com a plataforma, mais testes significam “dados mais confiáveis sobre casos confirmados, por dois motivos”.

“Em primeiro lugar, um maior número de testes nos fornece uma ‘amostra’ maior de pessoas das quais conhecemos o status de infecção. Se todo mundo fosse testado, saberíamos o número real de pessoas que estão infectadas.”

“Em segundo lugar, pode ser que os países com alta capacidade de teste não precisem racionar tanto os testes. Onde a capacidade de testes é baixa, os testes podem ser reservados (racionados) para grupos de alto risco. Esse racionamento é uma das razões pelas quais as pessoas testadas não são representativas da população em geral.”

“Como tal, onde a cobertura de testes é maior, a amostra de pessoas testadas pode fornecer uma deia menos tendenciosa da verdadeira prevalência do vírus.”.

Além de determinar a real extensão do contágio, especialistas acrescentam que, munidos dessas informações, governos podem formular políticas públicas mais apropriadas, isolando doentes ou grupos mais vulneráveis, de forma a evitar a propagação da doença.

Na prática, dizem eles, autoridades sanitárias saberiam quando implementar ou relaxar medidas de isolamento social, por exemplo.

“Sem saber a real dimensão da epidemia, um governo pode agir atrasado ou adiantar medidas drásticas sem que sejas necessárias”, explicou o virologista Anderson Brito, do departamento de epidemiologia da Escola de Saúde Pública da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, em entrevista recente à BBC News Brasil.

Brasil

No Brasil, houve uma explosão de hospitalizações por insuficiência respiratória grave (SRAG). De 15 a 21 de março, foram mais de 8 mil internações, contra cerca de 1 mil no mesmo período do ano passado. Dessas apenas 780 tiveram resultado positivo para covid-19, segundo dados do Ministério da Saúde.

Em entrevistas coletivas, o órgão admitiu a falta de testes. Um dos problemas é a falta de insumos para a produção dos testes, uma vez que há uma corrida mundial de países por essas substâncias.

Ou seja, há um problema de baixa oferta e alta demanda.

Apesar disso, o novo ministro da Saúde, Nelson Teich, afirmou que não existe a possibilidade de testagem em massa da população para o novo coronavírus.

“Não tem fórmula mágica, não tem teste em massa. O que você tem que fazer é usar os testes para mapear a população de forma que sua amostra reflita o todo. Ter o dado, interpretar o dado e tomar iniciativas a partir disso é o que vai fazer toda a diferença”, disse ele, em sua primeira entrevista coletiva no comando do órgão.

Em março, a Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu que países fizessem testes em massa em suas populações para combater a pandemia do novo coronavírus.

Na ocasião, o diretor-geral da agência, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que testar qualquer caso suspeito de covid-19 seria essencial para identificar e isolar o máximo de pessoas infectadas e saber quem pode ter entrado em contato com elas para que se possa quebrar a cadeia de transmissão.

Um dos melhores exemplos disso veio da Coreia do Sul. O país não chegou a entrar em quarentena, como outros lugares do mundo, mas testou milhões de pessoas, o que, junto com outras medidas, reduziu drasticamente o número de novos casos e mortes.

Ranking de países por total de testes para covid-19 até 20 de abril

China diz ter desenvolvido nanomaterial que desativa novo coronavírus

China diz ter desenvolvido nanomaterial que desativa novo coronavírus

Eficiência do material seria de 96,5 e 99,9%, segundo relatório

Desde que o novo coronavírus se espalhou pelo mundo, diversos pesquisadores estão em busca de uma cura para a Covid-19. Agora, uma equipe chinesa afirma que desenvolveu um método para combater o vírus. “Eles dizem que encontraram um nanomaterial que pode absorver e desativar o vírus com eficiência de 96,5 a 99,9%”, informou o Global Times da China.

Segundo a Reuters, a intenção dos pesquisadores é fabricar purificadores de ar e máscaras com o nanomaterial. A agência de notícias destacou que os testes foram realizados na filial do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, o instituto nacional de saúde pública dos Estados Unidos.

O que são nanomateriais?

São materiais que possuem graus estruturais na ordem de 10-9m ou um nanômetro (que é igual a um milionésimo de milímetro). As propriedades dos materiais de escala nanométrica diferem daquelas observadas em maior escala. São objeto de estudo da nanociência e da nanotecnologia e aproximadamente 100.000 vezes menor que o diâmetro de um cabelo humano). As partículas de tamanho nanométrico existem na natureza e podem ser criadas a partir de uma variedade de produtos.

Na saúde, por exemplo, os nanomateriais já se provaram muito úteis. Os Nanozymes, por exemplo, possuem características semelhantes a enzimas e possuem alto potencial. O engenheiro químico Thomas Webster, que faz parte da equipe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, também propôs o uso dos nanomateriais para combater o novo coronavírus, impedindo que o vírus se reproduza.

A busca pela cura da Covid-19 está a todo vapor. Diversos países e a Organização Mundial da Saúde estão trabalhando para determinar a eficácia de medicamentos já existentes. Além disso, são realizadas pesquisas para o desenvolvimento de vacinas, com testes já sendo realizados.

Porém mesmo assim a solução definitiva ou mesmo paliativa para o problema ainda aparenta estar um pouco distante, pois não seria apenas uma solução e possivelmente um conjunto de soluções para o mesmo fim, diversos remédios tem se mostrados eficientes, porém com o decorrer dos testes muitos tem sido descartados

Petróleo cai abaixo de zero: US$ 40 negativos. Saiba o que isso significa

Petróleo cai abaixo de zero: US$ 40 negativos. Saiba o que isso significa

Conforme reportagem veiculada pelo site da Super Interessante:

Isso só vale para o óleo vendido nos EUA com entrega em maio. O resto segue “normal”

Não existe um “preço do petróleo”. Há vários tipos de petróleo – dos mais leves, mais ‘líquidos’, bons para fazer combustível, aos mais pesados, barrentos, bons para fazer asfalto. Esses últimos tendem a ser mais baratos.

Bom, mesmo entre tipos iguais de petróleo você tem diferentes mercados. Uma refinaria dos EUA tende a comprar petróleo produzido por lá mesmo, para gastar menos com o transporte dos barris. Uma da Inglaterra tende a comprar dos produtores do Atlântico Norte, pelo mesmo motivo. E cada um vai ter seu preço.

Para não virar bagunça, instituíram-se dois preços de referencia. Um é o do petróleo do tipo West Texas Intermediate (WTI), produzido nos EUA, e que apesar do nome é um óleo leve (não “intermediário). E temos o Brent, do Atlântico Norte, e um pouco mais pesado.

Outra especificidade do mercado de petróleo: quase não existe pronta entrega. Você compra um barril para entrega em maio, ou em junho, ou em julho… E o próprio contrato é negociado. Eu não preciso ter barris de petróleo para vender petróleo. Se eu comprar um milhão de barris com entrega para julho, posso revender esse direito para você. É assim que esse mercado gira.

O que aconteceu, então? Os estoques de petróleo nos EUA estão cheios. As empresas que fabricam combustíveis (ou outros derivados do óleo) encheram seus galpões com a guerra de preços entre Arábia Saudita e Rússia, que baixou a cotação do WTI, do Brent e de qualquer outro tipo de petróleo. Com a demanda fraca no mundo inteiro, dado que está tudo quarentemado, não refinaram esse óleo ainda. Ele segue guardado.

Só que agora não há mais onde guardar barris nos EUA. O contratos para entrega de petróleo em maio vencem amanhã (21). O seja: quem sobrar com eles na mão vai ter o compromisso de receber uma entrega de barris, e não vai ter onde guardar.

Com isso, o preço do WTI foi caindo ao longo desta segunda (20) . Da casa dos US$ 20 para US$ 10, depois para US$ 5… Depois para zero. Mas ainda assim não era o bastante. Como o compromisso de arrumar um lugar para estocar os barris custa caro, não havia nem quem levasse o petróleo de graça. Os donos dos contratos com entrega para maio, então, passaram a PAGAR para se livrar do mico. Primeiro, US$ 2 por barril. Mais tarde US$ 40. Ou seja: o preço do WTI com entrega para maio caiu a -US$ 40.

Enquanto isso, o WTI com entrega para junho seguia a US$ 20; o Brent, a US$ 26 – pouco para uma mercadoria que até outro dia custava US$ 140, mas dentro do mundo racional, por enquanto. Mais um capítulo da maior e mais brusca crise de todos os tempos. Uma história que está sendo escrita neste exato momento.

Covid-19: Ministério erra primeira divulgação; Brasil tem 2.575 mortos

Covid-19: Ministério erra primeira divulgação; Brasil tem 2.575 mortos

A taxa de letalidade é de 6,3%; número de casos confirmados chega a 40.581 no país

Segundo reportagem veiculada pelo site olhar digital:

[Atualização] O Ministério da Saúde atualizou, nesta segunda-feira (20), o número de casos confirmados e mortos causados pela pandemia do novo coronavírus no Brasil. Até o momento, são 2.575 óbitos registrados e 40.581 casos confirmados. A taxa de letalidade da doença é de 6,3%

Em 24 horas, 113 novos óbitos foram registrados. Um pouco mais cedo, o Ministério havia dito que o número de mortes no período era de 383 mortos. Mas voltou atrás e explicou que, por um erro de digitação, divulgou a informação incorreta.

Do total de óbitos decorrentes da doença, São Paulo bateu a marca de mil óbitos, com 1.307 registros em todo o estado, além de 14.580 casos confirmados. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, com 422 mortes e 4.899 casos.

Reprodução

Quarentena estendida

A fim de conter o avanço da doença, o governo de São Paulo ampliou a quarentena no estado até o dia 10 de maio. Segundo o governador João Doria, “Nenhuma aglomeração de nenhuma espécie em nenhuma cidade ou área do estado de São Paulo será admitida. As Guardas Municipais ou Metropolitanas deverão agir”, afirmou.

Situação no mundo

O novo coronavírus já infectou mais de 2,4 milhões de pessoas em todo o mundo, um marco alcançado apenas cinco meses depois de ter surgido na cidade chinesa de Wuhan. O número de pessoas mortas pela doença superou a marca de 167 mil mundialmente. Mais de 639 mil pessoas se recuperaram da doença.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site com monitoramento automático e parametrizado do Diário Oficial da União e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Nele, é possível ver todas as menções à Covid-19 no Diário Oficial da União (DOU).

Pioneira na automação do monitoramento de informações governamentais, a InteliGov usa sua tecnologia para atualizar automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente, quanto às iniciativas do Legislativo.

Todo material disponível é gratuito, e dividido em duas categorias: ‘publicações na imprensa oficial’ e ‘proposições legislativas’.

Confira em tempo real a COVID-19 no Brasil:

Novos horários de funcionamento por conta da COVID-19

Novos horários de funcionamento por conta da COVID-19

Devido a pandemia nosso horário de funcionamento tem seguido as regras e sugestões da Guarda civil de são caetano do sul

Segue nossa tabela de horários vigentes atualmente:

Segunda à Sexta feira – das 8:30 as 17:30 hrs

Não estamos abertos aos sábados, domingos e feriados

Trabalhamos com suportes remotos e fornecimento de peças e acessórios

na cidade de são caetano disponibilizamos um serviço de Leva e trás equipamentos, para melhor atendimento e conforto neste momento.

Telefones disponíveis para suporte remoto:

(11) 94003-6762 / (11) 4232-3608- Whatsapp

Governo terá acesso à localização de celulares para monitorar quarentena

Governo terá acesso à localização de celulares para monitorar quarentena

Conforme veiculado no site da super interessante e visto em algumas noticias do site UOL as operadoras garantiram nesta quinta (2/04) que a ideia é só acompanhar o deslocamento da população – sem revelar a identidade do dono de cada aparelho.

Na sexta-feira passada (27), o Ministério da Ciência, Inovação, Tecnologia e Comunicação publicou um vídeo no Twitter em que Marcos Pontes anuncia uma colaboração do Governo Federal com as cinco principais operadoras de telefonia móvel do País para rastrear a localização de 222,2 milhões de linhas. O objetivo é ficar de olho em aglomerações e antever o espalhamento do novo coronavírus. O vídeo foi apagado logo em seguida sem justificativa por parte do MCITC, mas usuários salvaram o conteúdo na íntegra. Na quinta (2), as operadoras finalmente oficializaram a medida. As informações são do UOL Tilt

“As operadoras – Algar Telecom, Claro, Oi, Tim e Vivo, atuando em parceria – vão fornecer os dados de mobilidade originados pelos celulares nas redes móveis ao MCTIC, que possui uma sala de acompanhamento do tema e poderá disponibilizar as informações a todas as esferas do poder público”, afirmou o Sinditelebrasil, sindicato das empresas de telefonia, em um release publicado quinta (2) de manhã.

Eles garantiram que “os dados fornecidos visam exclusivamente o combate à covid-19. Estarão em nuvem pública (data lake) e organizados de forma agregada (…) e anônima, de acordo com as normas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e do Marco Civil da Internet”. Pontes também garantiu que não haverá problemas de privacidade. Caso você esteja se perguntando, um data lake é um repositório de dados desestruturado, com as informações em estado bruto. Não se parece em nada com uma planilha de Excel.

Em uma metrópole, é possível usar a localização das antenas a que cada chip se conecta para acompanhar, ao longo do dia, o deslocamento de milhares ou milhões de pontinhos dos subúrbios para o centro ou vice-versa nos horários de pico. Os pontinhos não são identificados, mas o movimento da população como um todo é visível em um mapa.

Com as medidas de distanciamento social e home office, houve uma queda sensível no movimento pendular diário de trabalhadores e estudantes. Neste contexto, aglomerações anormais de pessoas podem se sobressair.

As operadoras já haviam percebido isso: em 26 de março, Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, afirmou em entrevista ao UOL: “Depois das medidas de restrição, a gente vê que essa massa não se desloca e a concentração permanece naquelas áreas iniciais”. Inspirado em medidas parecidas implantadas na Coreia do Sul e na Itália, Capdeville afirmou já estar cooperando com a prefeitura do Rio de Janeiro. Na quarta (1º), a Telefônica (Vivo) também anunciou um acordo de cooperação com o governo de São Paulo para uso de dados de deslocamento.

Fornecer essas informações às autoridades pode ajudá-las a acompanhar a pandemia, mas é essencial que tudo seja utilizado de maneira responsável e apenas para os fins anunciados.

Em teoria, o uso de tais dados precisaria ser autorizado previamente pelos usuários, mas a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais abre exceções e prevê boas práticas (como excluir as informações assim que possível e utilizá-las apenas para a tarefa pré-determinada). Além disso, os estados e o Governo Federal declararam calamidade pública – o que flexibiliza algumas normas, afirmou Patricia Ellen, secretária de desenvolvimento econômico, ciência e tecnologia de São Paulo à Reuters. 

A LGPD foi sancionada ainda no mandato de Michel Temer, em agosto de 2018, e entrará em vigor só em agosto deste ano. Ela prevê que os usuários de um serviço qualquer precisam autorizar o uso de seus dados antes do início da coleta e do armazenamento. O Art. 7º afirma que “o tratamento de dados pessoais somente poderá ser realizado nas seguintes hipóteses: I – mediante o fornecimento de consentimento pelo titular.”

O Art. 7º ainda afirma, porém, que o uso dos dados também está autorizado “II – para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador; III – pela administração pública, para o tratamento e uso compartilhado de dados necessários à execução de políticas públicas previstas em leis e regulamentos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos congêneres (…)”. 

Outro trecho da lei diz que o consentimento é dispensável para dados considerados sensíveis nas mesmas duas hipóteses mencionadas nos incisos II e III ali em cima. Os dados sensíveis são definidos pela lei como dados pessoais “sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.” Não há menção a dados de localização. 

Google desabilita novo recurso de privacidade do Chrome por conta do Covid-19

O Google decidiu desfazer uma mudança implementada recentemente no Chrome por causa do coronavírus (COVID-19). A empresa optou por reverter um update que mudaria a forma como o navegador lida com cookies e que poderia fazer com que sites parassem de funcionar adequadamente.

A versão 80 do Chrome, liberada em fevereiro, trouxe uma alteração fundamental na forma como interpreta os cookies SameSite, visando melhorar a privacidade dos usuários dificultando alguns tipos de rastreamento por sites de terceiros, como explica 9to5Google. No entanto, essa transição tem um efeito colateral: quebrar alguns sites que não tenham sido atualizados recentemente para se adaptar.

A empresa entendeu que este momento, durante a pandemia da Covid-19, não era o momento ideal para fazer com que nenhum site parasse de funcionar, sob o risco de tornar inacessíveis serviços essenciais, como o e-commerce ou páginas informativas de governos, como explica a empresa no blog oficial.

O Google diz que não desistiu de implementar a mudança, mas que temporariamente a função será desabilitada a partir desta sexta-feira (3). A expectativa da empresa é que seja possível reativá-la a partir do terceiro trimestre.


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