Engenheiro da Netflix descobre falhas de segurança no Linux

SACK Panic foi uma das vulnerabilidades encontradas por Jonathan Looney

Vários servidores, sistemas Linux e FreeBSD possuem uma vulnerabilidade de negação de serviço chamada SACK Panic. A descoberta foi feita por Jonathan Looney, engenheiro da Netflix Information Security. 

Além desta, outras brechas foram identificadas por Looney. Segundo o especialista,  uma série de pacotes maliciosos enviados para o sistema vulnerável é suficiente para travá-lo ou atrasá-lo — originando uma pane no kernel, que é disparada remotamente. Para proteger o sistema, patches de soluções foram liberados.

As três falhas estão relacionadas entre si e dizem respeito à maneira como o kernel do Linux lida com a rede TCP — um conjunto de protocolos de comunicação entre computadores em rede. O SACK Panic foi descrito pela Red Hat, empresa que disponibiliza soluções baseadas no no GNU/Linux, como o “mais grave” do trio. A empresa alertou que essa vulnerabilidade específica “pode permitir que um ataque remoto cause uma pane no kernel, em sistemas que executam o software afetado e, como resultado, afetem a disponibilidade do sistema”.

O SACK Panic foi atribuído ao  código CVE-2019-11477  e sua gravidade é classificada como “Importante”, enquanto as falhas relacionadas, de nomenclaturas CVE-2019-11478  e  CVE-2019-11479, ganharam a etiqueta de  “Moderadas”.

A vulnerabilidade mais séria afeta o Red Hat, o Debian, o Ubuntu, o Amazon Web Services e o SUSE, com kernels Linux 2.6.29 ou posteriores.

Patches estão disponíveis para os sistemas afetados e uma solução alternativa também foi sugerida. Definindo linha de comando “/ proc / sys / net / ipv4 / tcp_sack” como 0, o processamento de SACK é desativado.

Mais detalhes estão disponíveis no comunicado de segurança publicado no GitHub. Red Hat, Amazon Web Services, SUSE e Debian também compartilharam recursos e informações úteis para a correção do problema em dose tripla.

saiba mais sobre estas falhas nos links relacionados ao fabricante:

https://access.redhat.com/security/cve/cve-2019-11477

https://access.redhat.com/security/cve/cve-2019-11478

https://access.redhat.com/security/cve/cve-2019-11479

https://github.com/Netflix/security-bulletins/blob/master/advisories/third-party/2019-001.md

https://aws.amazon.com/pt/security/security-bulletins/AWS-2019-005/

https://security-tracker.debian.org/tracker/CVE-2019-11477

Computação em nuvem é parte inseparável do seu dia a dia

É bem provável que você nunca tenha pensado nisso, mas boa parte das suas tarefas diárias é feita graças à computação em nuvem. Saiba mais a seguir

Você usa Gmail? Facebook? Banco online? Netflix? Lojas virtuais? Então, você já é cliente da computação em nuvem — mesmo que jamais tenha pensado sobre isso. E a nuvem, aqui, não são as Cumulus, Congestus, Stratocumulus, Stratus ou outras que vagam pelo céu.

A nuvem é a própria internet — que, ainda que seja conhecida de todos nós, é um ente impalpável, como as nuvens de verdade que inspiraram o conceito. Apesar do nome poético, tudo o que pode ser acessado pela nuvem fica em servidores físicos. Ou seja, não há dados voando pelo ar, como a ideia pode fazer parecer inicialmente.

Como os equipamentos que guardam esse conteúdo não ficam perto do usuário, eles só são usados de forma virtual — e, claro, tudo é acessado online. Trata-se, portanto, de uma tecnologia essencial atualmente. Pode-se dizer que foi com a computação em nuvem que a internet se tornou realmente onipresente.

Afinal, ela permite fazer diferentes tarefas de forma remota. Pense, por exemplo, em uma loja virtual. Não é preciso instalar um aplicativo específico para usá-la: os dados do sistema comercial do estabelecimento estão nessa nuvem e podem ser solicitados por consumidores sempre que necessário.

A ubiquidade é sua principal característica

Diferentes ferramentas, como editores de texto, de imagens e de vídeo também estão na nuvem. O acesso à internet é suficiente para usá-los e, depois, guardar o conteúdo produzido com eles na própria nuvem. Com isso, basta estar conectado à internet para ter acesso a tudo — a qualquer hora e de qualquer lugar.

Uma das maiores novidades nesse cenário são os streamings de games, como o Stadia, do Google, o xCloud, da Microsoft, e o Playstation Now, da Sony. A proposta é que o cliente jogue até títulos que exigem especificações robustas mesmo sem tê-las em casa: um computador com configurações básicas é suficiente para que o jogador interaja com os servidores — que ficam responsáveis pela execução do jogo.

Ainda no segmento de streaming, um serviço bastante popular que usa a nuvem é o Netflix — e todos os similares que vieram depois dele. Ele permite que praticamente qualquer computador, independentemente de sua capacidade, possa ser usado para ver os títulos disponíveis no catálogo.

Em resumo, então, a computação em nuvem é a possibilidade de usar diferentes tipos de serviços pela internet. O melhor de tudo é que os servidores que os armazenam são atualizados regularmente com a geração mais recente de tecnologia. Assim, pode-se apostar em recursos flexíveis — o que representa economia — e pagar apenas pelo que se contrata.

No ambiente corporativo, a computação em nuvem oferece ainda mais benefícios. A economia com equipamento vem acompanhada da redução de custos com backup, recuperação de desastre e continuidade dos negócios. E isso é possível porque, em geral, os dados ficam hospedados em diversos sites redundantes na rede do provedor.

O sistema tem vantagens e desvantagens

A computação em nuvem representa uma mudança importante de paradigma. Até sua chegada, os recursos de tecnologia evoluíam continuamente e havia uma preocupação constante em ter sempre os dispositivos mais atuais à disposição. Com ela, essa necessidade já pode deixar de ser prioridade.

Essa é uma das principais vantagens da computação em nuvem: a possibilidade de usar equipamentos pouco potentes para tarefas complexas — afinal, tudo é executado de forma remota. Então, para ver as produções mais atuais da Netflix, até mesmo um celular ou tablet simples é suficiente.

Além disso, o acesso a dados de todo tipo pode ser feito de qualquer lugar desde que se tenha uma conexão com a internet. Assim, não é preciso manter conteúdos em um único computador e pode-se fazer tarefas diversas de qualquer dispositivo: da criação de textos à edição de vídeos.

E quais são as desvantagens? É comum que os provedores de computação em nuvem tenham políticas de segurança rígidas para a proteção de dados, mas muitos ainda veem a tecnologia com ressalvas. Especialmente aqueles indivíduos que não se sentem à vontade para manter informações importantes em ambientes online — ou têm medo de ataques virtuais.

Outro aspecto importante — e que pode ser uma desvantagem — é a necessidade de ter uma conexão com a internet de qualidade. Como tudo fica em servidores remotos, em geral instalados em localidades distantes, o acesso à internet deve ser o melhor possível. Se o usuário não usar uma rede estável, isso pode atrapalhar algumas aplicações, como streamings.

Veja o quanto você usa a nuvem

Grandes empresas atuam cada vez mais na computação em nuvem. Os recursos criados por elas permitem que tudo seja feito online, sem a necessidade de mídias físicas.

Um bom exemplo é o Google, que tem vários aplicativos na nuvem: do Gmail ao Drive, passando pelo Maps e pelo Fotos, a companhia usa de forma muito eficiente essa rede virtual. Outro destaque da empresa é o Chrome OS, que exige muito menos capacidade de processamento da máquina, já que funciona exclusivamente com aplicativos web.

A Microsoft também aposta no conceito. Seu Live tem ferramentas como o Hotmail e o Messenger (que pode ser usado mesmo que não esteja instalado no computador). Além disso, a suíte Office (Word, Excel, PowerPoint e OneNote) tem versão online e, para armazenamento, a empresa tem o OneDrive.

Outra que tem soluções desse tipo é a Apple, com seu iCloud. Lá, o cliente da marca pode integrar informações do Mac com o iPad ou o iPhone. E mais: pode sincronizar e-mails, favoritos do navegador, músicas e assim por diante. Assim, tem tudo sempre à mão em qualquer um dos dispositivos.

Conheça os tipos de nuvem

Existem diferentes tipos de nuvem, que são adequados a perfis distintos. São as nuvens pública, privada e híbrida.

Nuvem pública

Nuvens públicas pertencem a um provedor e são administradas por ele. Elas oferecem recursos de computação (como servidores e armazenamento) pela internet para serem usados por vários clientes diretamente de um navegador web.

Nuvem privada

A nuvem privada é de uma única empresa e, normalmente, fica fisicamente em seu datacenter local. Assim, todos os recursos de computação disponíveis são usados exclusivamente pela companhia que a detém.

Nuvem híbrida

Uma combinação de nuvens públicas e privadas, ligadas de forma a permitir o compartilhamento de dados, é encontrada nas nuvens híbridas. Os itens podem ser movidos entre elas para garantir maior flexibilidade e otimizar a infraestrutura.

Saiba quais são os serviços oferecidos

Os serviços de computação em nuvem podem ser enquadrados em quatro categorias. São elas: infraestrutura como serviço (IaaS), plataforma como serviço (PaaS), software como serviço (SaaS) e computação sem servidor.

IaaS

É a categoria mais básica de serviços de computação em nuvem. Permite alugar a infraestrutura de tecnologia de informação (servidores, armazenamento, redes e sistemas operacionais) e pagar apenas o que usar.

PaaS

Esta opção oferece um ambiente sob demanda para desenvolvimento, teste, fornecimento e gerenciamento de aplicativos. Ela torna esse processo mais rápido, já que elimina a necessidade de administrar a infraestrutura necessária para o processo.

SaaS

Permite a distribuição de soluções sob demanda pela internet. Para isso, o provedor hospeda e gerencia a ferramenta e a infraestrutura subjacente, bem como a mantém atualizada. Os usuários, então, se conectam ao aplicativo pela web.

Computação sem servidor

A computação sem servidor garante que toda a infraestrutura seja administrada pelo provedor. É controlada por eventos e os recursos só são usados quando uma função ou um evento inicia essa atividade.


Entenda por que reiniciar o celular de vez em quando faz bem ao aparelho

Cada vez mais os celulares fazem tarefas que, antes, exigiam mais de um equipamento para serem realizadas. Com eles nós tiramos fotos, filmamos, jogamos, organizamos nossas agendas e fazemos até ligações! (ironia e risos). E por usarmos eles para tantas coisas, é muito comum que a gente esqueça de desligar e reiniciar os aparelhos durante a semana.

Religar o smartphone de vez em quando pode trazer uma série de benefícios ao aparelho, independente da sua marca. Todos os smartphones, por exemplo, têm uma quantidade de memória ram. A memória ram serve para guardar informações temporárias dos aplicativos que usamos no celular. Isso ajuda a executar os programas de forma mais rápida, porque o celular não precisa carregar tudo do zero sempre que você entrar e sair de um mesmo programa. Imagiana ter que carregar o whatsapp inteiro toda vez que você entrar e sair dele? Iria demorar muito não é? Então a memória ram ajuda a abrir um mesmo aplicativo de forma mais rápida. Só que quando ela está quase cheia, a velocidade para usar outros apps fica mais lenta. Por isso é bom desligar e ligar o celular. Pois quando o aparelho é reiniciado, o sistema limpa a memória ram e tudo volta ao seu estado inicial.

Outra situação que acontece no smartphone quando ele fica muito tempo sem ser desligado é o acúmulo de processos de erro. Nossos celulares funcionam como pequenos computadores que processam vários programas ao mesmo tempo. Com isso, podem acontecer alguns erros de processamento, e sempre que acontece um erro, um arquivo sobre esse erro é gerado e fica armazenado no seu celular. Esses arquivos vão acumulando e são deletados quando você desliga e liga o celular. Então, quanto mais tempo você fica sem reiniciar seu smartphone, mais processos acumulam, o que pode prejudicar o desempenho do aparelho e até mesmo o funcionamento de um aplicativo. Muitas vezes, qundo um programa não está funcionando, reiniciar o celular pode ser a solução para o problema, pois o smartphone encerra todos os processos e limpa os arquivos que estavam acumulando.

Reiniciar o smartphone também pode ajudar a preservar o bom funcionamento da bateria. Não são raros aplicativos que continuam funcionando em segundo plano. Isso significa que existem programas que permanecem ativos mesmo quando não estão abertos na tela do aparelho. Por estarem ativos, esses aplicativos aumentam o consumo de bateria, mas quando o celular é reiniciado, esses programas são encerrados, o que ajuda a melhorar o desempenho da bateria. Além disso, é importante que o celular não seja colocado para carregar na tomada a todo momento. Isso porque, quando a bateria do celular é carregada sem estar com a carga baixa, o sistema do aparelho é incapaz de aprender quando a bateria está chegando ao seu limite de verdade. E reiniciar o aparelho também ajuda a zerar essas contagens do sistema.

Não existe um número mínimo ou um padrão exato a ser seguido em relação ao número de vezes que se deve reiniciar o smartphone. Mas, desligar e ligar o aparelho uma vez ao dia, com certeza, não causa mal algum ao celular. Ao contrário, fazer isso já ajuda a fazer com que o sistema do aparelho tenha um melhor desempenho e menos travamentos.

Agora, quem prefere deixar o celular ligado por mais tempo, durante uma semana toda, por exemplo, deve ficar atento ao desempenho do celular. Caso comece a enfrentar algum problema de lentidão, pode ser uma boa ideia começar a reiniciar o smartphone com mais frequência.


Controle parental: como garantir um ambiente seguro para seus filhos na internet

Reportagem original do site olhar digital

As perguntas todo mundo já conhece. Dá para controlar o que eles acessam na internet? Qual é a idade ideal para o seu filho ter um celular? Os jogos online realmente são uma ameaça a criança? Até que ponto é possível interferir quando o assunto é liberdade na rede? O difícil é encontrar respostas precisas para essas dúvidas… A Gabriela, mãe do Ian e da Vitória, consegue ver de perto o que os filhos fazem na web, com o aplicativo Familylink, do Google. Ele permite que os pais estabeleçam regras digitais para os seus filhos, como definir limites de tempo para a tela, estabelecer horário de dormir, bloquear dispositivos remotamente e emitir avisos quando a criança faz algo indevido. 

Infelizmente, o que acontece na casa da Gabriela é exceção. Segundo uma pesquisa do CyberHandbook, cerca de 80% dos pais não sabem o que os filhos acessam na internet. E os perigos? Esses são muitos. Casos de pedofilia, extorsão e cyberbullyng são os mais preocupantes. Fora os conteúdos impróprios para a faixa etária da criança e até jogos macabros, como o jogo da Baleia Azul, que ficou conhecido por propor diversos desafios perigosos até chegar na última fase em que incentivava suicídio.

Se os problemas são grandes, a boa notícia é que hoje existem diversas ferramentas de controle parental. Gigantes como a Apple e a Microsoft já contam com configurações na sua própria plataforma que garantem segurança para crianças. O Painel de Controle de Pais do Mac ajuda a monitorar conteúdos e aplicativos para um usuário específico. Em termos de tempo e uso, esta é uma ótima ferramenta para limitar o acesso dos filhos a internet. Você pode configurar filtros, além de limitar a transação de e-mails e mensagens de iChat. O Windows conta com um programa chamado Windows Family Safety, que é uma ferramenta usada para manter a criança longe de algum conteúdo online inapropriado. Você pode adicionar e tirar sites específicos e definir níveis de filtragens.

A McAfee, fabricante de ferramentas de segurança, também tem uma proposta interessante. Ela desenvolveu o Macfee Safe Eyes que funciona tanto para o Mac quanto para Windows. Com o aplicativo, dá para bloquear sites, vídeos e limitar o uso de redes sociais.

Mas, e se mesmo assim, você se deparar com um problema? O que fazer? Crimes virtuais acontecem diariamente e o número de novos casos tem crescido.

Apesar do cenário desafiador, tem mais  boa notícia nessa história: mesmo as gerações mais novinhas já sacaram a importância de estar protegido no mundo virtual.  

O capítulo final todo mundo talvez já conheça: a chave para qualquer boa convivência está na comunicação. Mas, como estamos aqui para ajudar, não custa lembrar as ferramentas que já falamos, como o aplicativo FamilyLink, do Google, o programa McAfee Safe Eyes e os recursos do próprio Windows e MAC. E tem mais dicas!

O Playstation possui configurações para controle parental que restringe a faixa etária em jogos, define limites mensais de consumo e até controla a comunicação com outros jogadores.

Tem muitos apps para sistemas IOS  e Android. Alguns exemplos: o aplicativo FamiSafe Kid Control permite que você tenha um rastreamento de localização por GPS em tempo real.

O NetNanny é bem popular. Ele emite alertas e notificações customizadas e fornece uma excelente ferramenta de monitoramento de mídia social.

E ainda tem o Screen Time, um aplicativo em que os pais podem realizar uma pausa instantânea para bloquear algum dispositivo e aprovar os apps antes que os filhos instalem.

A lista completa de aplicativos e ferramentas para controle parental e gerenciamento familiar você encontra no site da noticia – neste link ao lado: https://olhardigital.com.br/video/controle-parental-como-garantir-um-ambiente-seguro-para-seus-filhos-na-internet/87948

Como redefinir suas impressões 3D com falha!

Às vezes você simplesmente não consegue que suas impressões 3D funcionem. Há muita amarração. Não há suporte suficiente. Pele de salmão!

Quando você finalmente consegue que sua impressão saia perfeitamente, você fica com uma pilha enorme de impressões falhadas e filamento desperdiçado. Naturalmente, você tem apenas uma pergunta; “O que diabos eu vou fazer com tudo isso?”

Você poderia simplesmente jogá-los todos no lixo, mas hoje em dia nós sabemos melhor – e deve ser mais ambientalmente consciente. Se você não quer um aterro carregado com suas impressões 3D com falha, a reciclagem é a sua melhor aposta. Mas como você faz isso? Estas não são garrafas de plástico.

Acontece que há uma série de maneiras de começar a reciclar suas impressões 3D com falha e todos os bits extras de filamento que você tem por aí. Aqui estão alguns exemplos para você limpar essa bagunça.

Use um serviço de reciclagem de impressão 3D

Isso pode parecer a opção mais óbvia, e talvez única, que existe; leve suas impressões 3D restantes para a sua instalação de reciclagem local. Infelizmente não é tão simples assim.

Mesmo com itens de uso regular, como garrafas e refeições para microondas, há alguns plásticos que as fábricas regulares e as empresas de reciclagem não podem reciclar. Então, algumas das coisas que você joga na lixeira ainda acabam em um aterro.

Os materiais que usamos para imprimir em 3D são muito mais complexos do que esses itens domésticos, portanto, mesmo com as melhores intenções, simplesmente jogá-los na lixeira não fará muita diferença.

O ABS, por exemplo, pode produzir alguns gases tóxicos se você tentar reciclá-lo, de modo a aterrar. Mesmo o PLA, que não é tão letal, será recusado por muitas empresas de reciclagem. Se você quiser tirar algumas de suas impressões 3D com falha, verifique o que elas podem e não podem fazer antes.

Reciclagem não é um completo não-ir. Existem algumas empresas especializadas, como a Filabot ou a Replay3D, que oferecem serviços para levar suas impressões 3D e arranhões para reciclagem. Basta comprar uma de suas caixas, jogá-las todas e voilà, sem mais bagunça. Você apenas manteve seu compromisso com a sustentabilidade ambiental.

Remixar suas impressões 3D com falha

Se você está enviando seus desenhos em 3D ou remixando do MyMiniFactory, você provavelmente é um indivíduo bastante criativo.

Então você provavelmente gostaria de uma solução de reciclagem mais inventiva do que jogar fora suas impressões 3D com falha. Talvez uma solução que não desperdice todo esse tempo e esforço, para não mencionar o dinheiro gasto em filamentos. Felizmente, há uma solução criativa para reciclar essas impressões com falha. Transforme-os em algo novo.

Muitas impressões 3D que falharam ainda têm partes utilizáveis, ou ainda conseguiram sair parecendo algo. Simplesmente usando itens simples como fita, cola ou cordel, você pode flexibilizar sua mente de designer e criar algo único para transformá-los.

Vimos pessoas transformando porteiros fracassados ​​em portadores de caneta e estátuas em vasos de plantas. Se o seu busto de Deadpool começou a funcionar mal assim que chegou à cabeça, e seu busto de Thanos tem a pele de salmão todo o caminho até o pescoço, por que não ser criativo ?. Cortá-los ao meio e cole as duas metades boas juntos para criar um personagem original. Você pode chamá-lo de Thanpool … ou Deadnos.

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De Suculentas Suculentas no Reddit .

Às vezes não há como sua impressão com falha se transformar em outra coisa. Outra solução é esmagar suas impressões e transformá-las em novas folhas de plástico. Obviamente você deve certificar-se de que você está esmagando e derretendo com segurança, os plásticos podem emitir alguns gases tóxicos como discutimos. Mas, depois de ter sua folha de plástico recém-criada, você pode cortá-la ou derretê-la em uma nova forma.

Isso também pode ser um processo visualmente atraente se você tiver imprimido em 3D seus modelos em várias cores, pois você terá mais para brincar. Ao fundir as diferentes cores em uma folha, você pode criar padrões interessantes ou separar as cores para criar folhas monocromáticas e juntá-las. Há muitas maneiras de ser criativo com esse método de reciclagem de impressões com falha, e também é divertido!

Se você quiser algumas idéias, confira este vídeo do Make Anything: 

Faça o novo filamento da esquerda sobre impressões

 O método de esmagamento e fusão não é bom apenas para artes e ofícios. Ele pode realmente ser usado para criar seu próprio filamento.

A Filament Extruder, talvez você já tenha ouvido falar dela, é uma máquina fácil de usar que transforma suas impressões 3D com falha em filamentos upcycled. Para usar a extrusora, esmague e derreta suas impressões e recados 3D com falhas (lembrando-se de estar seguro) e, em seguida, alimente o plástico derretido em sua máquina, onde ele será espremido por um pequeno orifício. À medida que o plástico sai da extrusora, ele passa por um caminho de ar que esfria o filamento recém-moldado que então envolve um spooler a uma velocidade ajustável. Quando ele for processado, você receberá um novo spool de filamento upcycled semelhante ao que você compraria online.

De Filabot .

A Filament Extruder é um investimento, mas talvez valha a pena. Você pode comprar o seu próprio da Filabot por cerca de US $ 3.000 a US $ 10.000, ou comprar algumas alternativas menores e mais econômicas.

Além disso, você pode tentar construir sua própria extrusora. Recomendamos ter alta proficiência na máquina e seguir os procedimentos de segurança adequados ao realizar este projeto, como muitos já fizeram. Se você quiser um projeto de construção menor, também é possível comprar seções da máquina inteira separadamente, deixando você construir as peças que não possui. Talvez você possa comprar a seção de extrusora e construir seu próprio caminho de ar e spooler.

Com este método de reciclagem, você poderá economizar dinheiro em filamentos a longo prazo e salvar o meio ambiente enquanto estiver envolvido.

Criar uma caixa de impressões com falha para educar amigos

Alguns fabricantes decidem manter todas as impressões com falha armazenadas exatamente como estão. Uma opção popular é mantê-los todos em uma caixa grande. Esta é a caixa que muitos chamam de “A Caixa da Vergonha!”

Temos visto até mesmo alguns fabricantes mantê-los para fins educacionais. É sempre divertido introduzir alguém novo no mundo da impressão 3D, e aprender sobre impressão 3D significa aprender sobre seus pontos baixos e altos. Compartilhar com seu protegido sua própria caixa de vergonha os deixará fáceis; até mesmo os mais experientes designers e criadores de 3D têm dias ruins.

Adapte seus materiais ABS

Se você estiver usando ABS, pode decompor o material de suas impressões 3D com falha para criar substâncias diferentes. O ABS é um filamento à base de óleo, o que significa que pode ser quebrado com certos ácidos, como a acetona, e transformados nesses novos materiais.

Existem três líquidos ABS diferentes que você pode criar; Cola ABS, sumo de ABS e pasta de ABS. Você estará trabalhando com alguns materiais complicados para fazer essas substâncias se lembrarem, (diga isso conosco desta vez) FIQUE SEGURO!

A cola ABS é feita misturando 50ml de acetona com 8g de sucata ABS e deixando-a durante a noite para engrossar. Quando estiver pronto, deve parecer e agir exatamente como o nome sugere. O ABS Glue pode ser usado para unir dois pedaços de ABS, ele funciona muito melhor do que a cola normal (talvez você possa usá-lo para fazer o Thanpool).

Suco ABS é um suco que você definitivamente não deve beber, mas você deve usá-lo para aderir à sua cama de impressora de vidro e efetivamente evitar deslocamentos e deformações. É feito misturando 50ml de acetona com apenas 4g de sucata ABS e sendo deixado durante a noite. De manhã, deve parecer um pouco consistente com o leite, mas não vai cheirar assim. ABS Juice tem um uso muito específico, então não use se você tiver uma cama de impressora de plástico, a menos que você esteja procurando um motivo para descartá-la.

O ABS Slurry é a solução perfeita para adicionar ao seu modelo ABS um efeito de suavização ou fortalecimento. É feito misturando 50ml de acetona com 20g de sucata ABS e sendo deixado durante a noite. Quando terminado, deve se comportar como uma massa tola, muito gloopy. O ABS Slurry é o mais útil dos líquidos, você pode cobrir qualquer buraco ou suavizar quaisquer áreas irregulares do seu modelo 3D, talvez as áreas em que você usou sua cola ABS. Você também pode adicionar a pasta a áreas fracas do seu modelo 3D para aumentá-lo e fortalecê-lo. Apenas lembre-se de ter certeza de que o ABS Slurry que você faz é da mesma cor do modelo em que você está usando.

Para instruções mais detalhadas sobre como fazer esses materiais, confira as receitas do MatterHackers .

Existem muitas maneiras de lidar com suas impressões sem enviá-las para aterros. Use um serviço de reciclagem especializado, faça sua própria arte, use uma extrusora de filamento para criar um novo filamento, crie algumas substâncias ABS ou mantenha-as em uma caixa grande. Não há necessidade de enfatizar os problemas de impressão. O desperdício impresso em 3D com falha deve ser uma coisa do passado.

O que você fará para reciclar suas impressões 3D com falha? Você vai levá-los para ser responsabilizado? Você vai fazer a sua própria arte? Seu próprio filamento?

Talvez você tenha sua própria idéia sustentável de como reciclar sua caixa de vergonha. Se você, por favor, sinta-se à vontade para compartilhar conosco e com a comunidade

Diverta-se,

E em caso de dúvida, não jogue fora!

Pesquisadores criam abelha robótica movida a energia solar

Criada por cientistas de Harvard, robô é mais leve do que um clipe de papel

RoboBee X-Wing: este é o nome da versão mais recente da abelha robótica de Harvard, que pode voar sem a necessidade de um cabo de energia. Pesquisadores do Laboratório de Microrobótica da universidade já estão trabalhando nesse projeto há algum tempo e, agora, eles conseguiram tornar o protótipo menor e mais leve, implementando novos recursos. Dentre eles, está a capacidade de voar dentro e fora da água ao longo dos anos, além de células solares e um par extra de asas.

Esta versão é apenas um quarto do peso de um clipe de papel e que pode bater seu par de asas 120 vezes por segundo. Ao contrário de outros insetos robóticos anteriores, esse modelo recebe energia do sol ou de lâmpadas mais potentes, que os pesquisadores usaram durante os testes.

As células solares geram 5 volts de eletricidade, e um pequeno transformador embutido fornece os 200 volts de eletricidade que o RoboBee precisa para levantar voo. Essa voltagem faz com que os atuadores piezelétricos da abelha se curvem e contraiam, como os “músculos” do inseto, levando ao movimento das asas do robô.

Mesmo que esse não precise de um cabo, a abelha robótica ainda não pode ser usada em missões reais. Ela não funciona quando está indiretamente sob a luz e só pode voar por um ou dois segundos. Testando-a no laboratório, os pesquisadores posicionaram lâmpadas acima do robô para iluminar suas células solares. Mesmo assim, a RoboBee X-Wing poderia sustentar o voo por apenas meio segundo. Portanto, colocar o robô na natureza exigirá o aprimoramento da tecnologia das células solares e o emagrecimento das baterias, especialmente se o autômato quiser passar algum tempo na sombra. A equipe está trabalhando agora em uma versão 25% maior e pode aproveitar a energia de uma fonte de luz.

Robôs como o RoboBee X-Wing são mais ágeis e manobráveis do que aqueles que usam hélices. Eles também são mais silenciosos e não prejudicam ou danificam as pessoas e objetos com os quais entram em contato. Se os pesquisadores de Harvard puderem encontrar uma maneira de fazer o RoboBee funcionar em ambientes externos e no escuro, ele pode ser perfeito para operações de busca, salvamento e exploração ambiental.

Via: Engadget

As 4 melhores distribuições Linux para você reparar problemas do seu PC com Windows

Conheça quais são as melhores distribuições Linux para você corrigir os erros e recuperar arquivos de um PC com problemas

A maioria das pessoas utiliza em seu computador o Windows para realizar diversas tarefas do dia a dia, tanto para trabalho quanto para lazer. Apesar do sistema operacional da Microsoft ter passado por diversas melhorias, nunca se sabe quando você terá um problema causado por ele ou por conta de seu hardware.

Se por algum motivo você acabou preso fora do sistema, uma boa alternativa para tentar arrumá-lo ou ao menos para recuperar os seus arquivos consiste em utilizar uma distribuição Linux, que pode ser executada a partir de um pendrive. A seguir, confira esta lista elaborada pela Compuword com quatro distribuições Linux para arrumar o seu PC.

Rescatux

Uma distribuição bem popular para o reparo de computadores fica por conta do Rescatux. Através dela, você consegue resolver diversos problemas relacionados ao boot do sistema, como algum parâmetro que não deixe o Windows ou outra distribuição Linux ser iniciada.

Reprodução

O Rescatux é um cd de resgate do GNU / Linux (e eventualmente também o Windows), mas não é como outros discos de resgate. O Rescatux vem com o Rescapp. Rescapp é um bom assistente que irá guiá-lo através de suas tarefas de resgate .

Clonezilla Live

A segunda opção desta lista é uma distribuição para quem quer estar prevenido de erros. Sendo uma distribuição que roda do pendrive, com ela você pode criar uma cópia perfeita de seu HD, que poderá ser utilizada para restaurá-lo quando acontecer um problema.

Reprodução

O seu único ponto negativo fica por conta de sua interface, que como pode ser visto nas imagens acima, é utilizada via comandos de texto.

SystemRescueCD

A distribuição mais popular para reparar computadores fica por conta do SystemRescueCD e não é à toa. Essa distro acaba trazendo ferramentas úteis para reparticionar HDs e até para recuperar arquivos de drives danificados.

Reprodução

Além deles, dentro de seu pacote estão incluídos alguns programas úteis como um navegador, que é claro, pode ser utilizado para fazer a busca pelo erro que está impedindo você de utilizar o seu computador.

Trinity Rescue Kit

A última opção desta lista, assim como o SystemRescueCD, também traz uma seleção generosa de ferramentas para reparar máquina que estejam com problemas no Windows. Através dela, é possível realizar o reset de senhas e até mesmo rodar antivírus para remover ameaças que entraram em seu sistema.

Reprodução

Apesar de contar com tantas ferramentas, assim como outras ferramentas exibidas aqui, o seu contra é a sua utilização, já que a sua interface é toda feita em texto.

Pesquisadores provam vulnerabilidade em sistema 4G de alerta emergencial dos EUA

Uma nova vulnerabilidade em redes 4G permite que hackers criem um alerta falso e simulem uma emergência nacional. A denúncia veio da University of Colorado Boulder em testes realizados na última semana.

O grupo emitiu um alerta para um estádio lotado em que uma notificação aparece nos aparelhos dos 50 mil espectadores do local. No caso, há indicação apenas de: “Alerta presidencial. ESTE Ë UM TESTE do sistema nacional de alerta sem fio. Não faça nada”.

Segundo o documento, o grupo usou equipamento vendido no mercado e software de código aberto para conseguir mandar os avisos. De dez tentativas, nove foram bem-sucedidas.

No ano passado, o governo dos Estados Unidos criou o Alerta de Emergência Sem Fio (WEA, na sigla em inglês). A proposta é permitir que o presidente possa emitir um comunicado nacional em caso de uma catástrofe ou qualquer emergência nacional.

Atualmente, o sistema tem sido usado para emissão de alertas sobre clima e crianças desaparecidas. Contudo, ele conta com problemas. No ano passado, o governo chegou a mandar um recado errado a habitantes do Havaí informando que havia ameaça de mísseis da Coréia do Norte. A mensagem foi apenas um erro, já que o texto estava preparado para envio, mas não havia nenhuma ameaça efetiva.

O que os pesquisadores descobriram agora é que o sistema pode ser hackeado de uma forma simples, apenas identificando a torre que envia os sinais de telefone em rede 4G para os usuários. Sabendo o canal, é possível usar a plataforma para lançar um comunicado sem nem mesmo que as pessoas possam comprovar a veracidade do alerta.

Para os pesquisadores, há um “potencial alto de pânico” caso este sistema seja usado de forma errada. Para o grupo, a vulnerabilidade também não é simples de resolver. Uma vez que há identificação do canal, é possível mascarar qualquer tipo de mensagem. Assim, a solução “requer um esforço conjunto entre marcas, governo e fabricantes de smartphones” para solucionar o problema.

Junto disso, os pesquisadores da University of Colorado Boulder também informaram que uma assinatura digital poderia ajudar a melhorar a confiança das mensagens, mas não seria uma solução completa, já que nem todo usuário sabe verificar isso.

Huawei confirma que pode lançar seu próprio sistema operacional ainda em 2019

Depois de rumores indicarem que a Huawei já tinha um“plano B” para seus equipamentos prevendo a colocação na “lista negra” dos Estados Unidos que aconteceu no fim da semana e que impedem a empresa de utilizar o sistema Android com todas as funcionalidades em seus smartphones, a empresa finalmente oficializou aquilo que todos já esperavam.

Nesta quinta-feira (23) o chefe da divisão de relacionamento com o consumidor da Huawei, Richard Yu, confirmou que a empresa já tem mesmo um sistema operacional capaz de substituir tanto o Android nos smartphones quanto o Windows nos laptops, e que ele estaria pronto para ser disponibilizado ao público ainda este ano.

Caso a Huawei não consiga chegar a um acordo com o governo dos Estados Unidos para continuar utilizando os sistemas operacionais da Google e da Microsoft, Yu confirmou que a empresa já possui seu próprio sistema operacional para substituir os atualmente utilizados. Esse sistema operacional da Huawei já estaria pronto para ser utilizado em smartphones e computadores da China até o final deste ano, e seria disponibilizado mundialmente no primeiro semestre de 2020.

Yu garante que, no momento, a Huawei está comprometida em continuar utilizando o Android e a Windows como o SO de seus equipamentos, e até prefere continuar utilizando-o no futuro, garantindo que a troca para o sistema proprietário da empresa só será efetuada caso o governo dos Estados Unidos a impeça de continuar utilizando esses programas de empresas americanas.

Google pode perder quase 1 bilhão de usuários se Huawei abandonar o uso do Android

Desde que o presidente dos Estados Unidos assinou o documento que proíbe a Huawei de negociar com empresas do país, uma grande aura de incerteza paira sobre o futuro da companhia chinesa. E uma das incertezas principais é sobre o sistema operacional dos smartphones da companhia, que historicamente sempre utilizaram o Android, mas, como a empresa responsável pelo sistema (a Google) tem sua sede nos Estados Unidos, há a possibilidade de os próximos aparelhos da Huawei não utilizarem mais o Android, mas sim um sistema operacional próprio.

A impossibilidade de lançar seus smartphones com o sistema Android será um problema para a Huawei mas, de acordo com o CEO da empresa, Ren Zhengfei, a Google também deverá sofrer muito com essa decisão do presidente Trump. Em entrevista para a CNBC, ele revelou que, caso a empresa seja mesmo obrigada a parar de utilizar o sistema Android em seus aparelhos, a Google deverá perder cerca de 800 milhões de usuários de uma hora para a outra, o que irá impactar em muito os negócios da companhia dos Estados Unidos.

Afinal, não podemos esquecer que a Huawei é, hoje, a segunda maior fabricante de smartphones do mundo — e caminhando para se tornar a maior. Mesmo que, num primeiro momento, esses números pareçam inflacionados, é preciso lembrar que apenas neste ano (considerando dados de até maio) a Huawei já vendeu cerca 100 milhões de smartphones ao redor do mundo, e a meta é de terminar 2019 com pelo menos 250 milhões de aparelhos vendidos.

Considerando que a empresa já vem mantendo número nesta faixa nos últimos cinco anos, e que a guerra fiscal entre os Estados Unidos e a China tem sido a melhor campanha de marketing para a empresa e aumentado a procura dela no país natal (que é, por coincidência, o maior mercado de smartphones do mundo), mesmo que os números de Zhengfei estejam inflados, as siglas reais do número de usuários perdidos não serão tão diferentes dos levantados pelo CEO.

Ainda que o bloqueio pareça estar perdendo força — com não apenas membros do gabinete do presidente mas também empresas como a Qualcomm, a Intel e a própria Google pressionando o governo sobre os efeitos negativos que este bloqueio poderá gerar para a economia do país —, a Huawei já avisou que está preparada para se adequar a um mercado onde não poderá negociar com empresas americanas, e já possui um sistema operacional próprio pronto para ser lançado ainda este ano na China — e no começo de 2020 no resto do mundo.

Ao assinar o bloqueio, Trump mostrou um mais uma vez desconhecimento sobre como funciona uma economia realmente global, onde é impossível cortar relações com uma das maiores empresas do mundo sem gerar problemas para o próprio futuro econômico do país. E, se ele não voltar atrás no banimento da Huawei, essa decisão poderá acabar coroando o seu governo como aquele que, ao tentar mostrar os Estados Unidos como superiores aos seus adversários econômicos, acabou por provar como a economia do país é dependente do resto do mundo.

Fonte: CNBC