China diz ter desenvolvido nanomaterial que desativa novo coronavírus

China diz ter desenvolvido nanomaterial que desativa novo coronavírus

Eficiência do material seria de 96,5 e 99,9%, segundo relatório

Desde que o novo coronavírus se espalhou pelo mundo, diversos pesquisadores estão em busca de uma cura para a Covid-19. Agora, uma equipe chinesa afirma que desenvolveu um método para combater o vírus. “Eles dizem que encontraram um nanomaterial que pode absorver e desativar o vírus com eficiência de 96,5 a 99,9%”, informou o Global Times da China.

Segundo a Reuters, a intenção dos pesquisadores é fabricar purificadores de ar e máscaras com o nanomaterial. A agência de notícias destacou que os testes foram realizados na filial do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, o instituto nacional de saúde pública dos Estados Unidos.

O que são nanomateriais?

São materiais que possuem graus estruturais na ordem de 10-9m ou um nanômetro (que é igual a um milionésimo de milímetro). As propriedades dos materiais de escala nanométrica diferem daquelas observadas em maior escala. São objeto de estudo da nanociência e da nanotecnologia e aproximadamente 100.000 vezes menor que o diâmetro de um cabelo humano). As partículas de tamanho nanométrico existem na natureza e podem ser criadas a partir de uma variedade de produtos.

Na saúde, por exemplo, os nanomateriais já se provaram muito úteis. Os Nanozymes, por exemplo, possuem características semelhantes a enzimas e possuem alto potencial. O engenheiro químico Thomas Webster, que faz parte da equipe do Centro de Controle e Prevenção de Doenças, também propôs o uso dos nanomateriais para combater o novo coronavírus, impedindo que o vírus se reproduza.

A busca pela cura da Covid-19 está a todo vapor. Diversos países e a Organização Mundial da Saúde estão trabalhando para determinar a eficácia de medicamentos já existentes. Além disso, são realizadas pesquisas para o desenvolvimento de vacinas, com testes já sendo realizados.

Porém mesmo assim a solução definitiva ou mesmo paliativa para o problema ainda aparenta estar um pouco distante, pois não seria apenas uma solução e possivelmente um conjunto de soluções para o mesmo fim, diversos remédios tem se mostrados eficientes, porém com o decorrer dos testes muitos tem sido descartados

Petróleo cai abaixo de zero: US$ 40 negativos. Saiba o que isso significa

Petróleo cai abaixo de zero: US$ 40 negativos. Saiba o que isso significa

Conforme reportagem veiculada pelo site da Super Interessante:

Isso só vale para o óleo vendido nos EUA com entrega em maio. O resto segue “normal”

Não existe um “preço do petróleo”. Há vários tipos de petróleo – dos mais leves, mais ‘líquidos’, bons para fazer combustível, aos mais pesados, barrentos, bons para fazer asfalto. Esses últimos tendem a ser mais baratos.

Bom, mesmo entre tipos iguais de petróleo você tem diferentes mercados. Uma refinaria dos EUA tende a comprar petróleo produzido por lá mesmo, para gastar menos com o transporte dos barris. Uma da Inglaterra tende a comprar dos produtores do Atlântico Norte, pelo mesmo motivo. E cada um vai ter seu preço.

Para não virar bagunça, instituíram-se dois preços de referencia. Um é o do petróleo do tipo West Texas Intermediate (WTI), produzido nos EUA, e que apesar do nome é um óleo leve (não “intermediário). E temos o Brent, do Atlântico Norte, e um pouco mais pesado.

Outra especificidade do mercado de petróleo: quase não existe pronta entrega. Você compra um barril para entrega em maio, ou em junho, ou em julho… E o próprio contrato é negociado. Eu não preciso ter barris de petróleo para vender petróleo. Se eu comprar um milhão de barris com entrega para julho, posso revender esse direito para você. É assim que esse mercado gira.

O que aconteceu, então? Os estoques de petróleo nos EUA estão cheios. As empresas que fabricam combustíveis (ou outros derivados do óleo) encheram seus galpões com a guerra de preços entre Arábia Saudita e Rússia, que baixou a cotação do WTI, do Brent e de qualquer outro tipo de petróleo. Com a demanda fraca no mundo inteiro, dado que está tudo quarentemado, não refinaram esse óleo ainda. Ele segue guardado.

Só que agora não há mais onde guardar barris nos EUA. O contratos para entrega de petróleo em maio vencem amanhã (21). O seja: quem sobrar com eles na mão vai ter o compromisso de receber uma entrega de barris, e não vai ter onde guardar.

Com isso, o preço do WTI foi caindo ao longo desta segunda (20) . Da casa dos US$ 20 para US$ 10, depois para US$ 5… Depois para zero. Mas ainda assim não era o bastante. Como o compromisso de arrumar um lugar para estocar os barris custa caro, não havia nem quem levasse o petróleo de graça. Os donos dos contratos com entrega para maio, então, passaram a PAGAR para se livrar do mico. Primeiro, US$ 2 por barril. Mais tarde US$ 40. Ou seja: o preço do WTI com entrega para maio caiu a -US$ 40.

Enquanto isso, o WTI com entrega para junho seguia a US$ 20; o Brent, a US$ 26 – pouco para uma mercadoria que até outro dia custava US$ 140, mas dentro do mundo racional, por enquanto. Mais um capítulo da maior e mais brusca crise de todos os tempos. Uma história que está sendo escrita neste exato momento.

Covid-19: Ministério erra primeira divulgação; Brasil tem 2.575 mortos

Covid-19: Ministério erra primeira divulgação; Brasil tem 2.575 mortos

A taxa de letalidade é de 6,3%; número de casos confirmados chega a 40.581 no país

Segundo reportagem veiculada pelo site olhar digital:

[Atualização] O Ministério da Saúde atualizou, nesta segunda-feira (20), o número de casos confirmados e mortos causados pela pandemia do novo coronavírus no Brasil. Até o momento, são 2.575 óbitos registrados e 40.581 casos confirmados. A taxa de letalidade da doença é de 6,3%

Em 24 horas, 113 novos óbitos foram registrados. Um pouco mais cedo, o Ministério havia dito que o número de mortes no período era de 383 mortos. Mas voltou atrás e explicou que, por um erro de digitação, divulgou a informação incorreta.

Do total de óbitos decorrentes da doença, São Paulo bateu a marca de mil óbitos, com 1.307 registros em todo o estado, além de 14.580 casos confirmados. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, com 422 mortes e 4.899 casos.

Reprodução

Quarentena estendida

A fim de conter o avanço da doença, o governo de São Paulo ampliou a quarentena no estado até o dia 10 de maio. Segundo o governador João Doria, “Nenhuma aglomeração de nenhuma espécie em nenhuma cidade ou área do estado de São Paulo será admitida. As Guardas Municipais ou Metropolitanas deverão agir”, afirmou.

Situação no mundo

O novo coronavírus já infectou mais de 2,4 milhões de pessoas em todo o mundo, um marco alcançado apenas cinco meses depois de ter surgido na cidade chinesa de Wuhan. O número de pessoas mortas pela doença superou a marca de 167 mil mundialmente. Mais de 639 mil pessoas se recuperaram da doença.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site com monitoramento automático e parametrizado do Diário Oficial da União e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Nele, é possível ver todas as menções à Covid-19 no Diário Oficial da União (DOU).

Pioneira na automação do monitoramento de informações governamentais, a InteliGov usa sua tecnologia para atualizar automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente, quanto às iniciativas do Legislativo.

Todo material disponível é gratuito, e dividido em duas categorias: ‘publicações na imprensa oficial’ e ‘proposições legislativas’.

Confira em tempo real a COVID-19 no Brasil:

Novos horários de funcionamento por conta da COVID-19

Novos horários de funcionamento por conta da COVID-19

Devido a pandemia nosso horário de funcionamento tem seguido as regras e sugestões da Guarda civil de são caetano do sul

Segue nossa tabela de horários vigentes atualmente:

Segunda à Sexta feira – das 8:30 as 17:30 hrs

Não estamos abertos aos sábados, domingos e feriados

Trabalhamos com suportes remotos e fornecimento de peças e acessórios

na cidade de são caetano disponibilizamos um serviço de Leva e trás equipamentos, para melhor atendimento e conforto neste momento.

Telefones disponíveis para suporte remoto:

(11) 94003-6762 / (11) 4232-3608- Whatsapp

Governo terá acesso à localização de celulares para monitorar quarentena

Governo terá acesso à localização de celulares para monitorar quarentena

Conforme veiculado no site da super interessante e visto em algumas noticias do site UOL as operadoras garantiram nesta quinta (2/04) que a ideia é só acompanhar o deslocamento da população – sem revelar a identidade do dono de cada aparelho.

Na sexta-feira passada (27), o Ministério da Ciência, Inovação, Tecnologia e Comunicação publicou um vídeo no Twitter em que Marcos Pontes anuncia uma colaboração do Governo Federal com as cinco principais operadoras de telefonia móvel do País para rastrear a localização de 222,2 milhões de linhas. O objetivo é ficar de olho em aglomerações e antever o espalhamento do novo coronavírus. O vídeo foi apagado logo em seguida sem justificativa por parte do MCITC, mas usuários salvaram o conteúdo na íntegra. Na quinta (2), as operadoras finalmente oficializaram a medida. As informações são do UOL Tilt

“As operadoras – Algar Telecom, Claro, Oi, Tim e Vivo, atuando em parceria – vão fornecer os dados de mobilidade originados pelos celulares nas redes móveis ao MCTIC, que possui uma sala de acompanhamento do tema e poderá disponibilizar as informações a todas as esferas do poder público”, afirmou o Sinditelebrasil, sindicato das empresas de telefonia, em um release publicado quinta (2) de manhã.

Eles garantiram que “os dados fornecidos visam exclusivamente o combate à covid-19. Estarão em nuvem pública (data lake) e organizados de forma agregada (…) e anônima, de acordo com as normas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e do Marco Civil da Internet”. Pontes também garantiu que não haverá problemas de privacidade. Caso você esteja se perguntando, um data lake é um repositório de dados desestruturado, com as informações em estado bruto. Não se parece em nada com uma planilha de Excel.

Em uma metrópole, é possível usar a localização das antenas a que cada chip se conecta para acompanhar, ao longo do dia, o deslocamento de milhares ou milhões de pontinhos dos subúrbios para o centro ou vice-versa nos horários de pico. Os pontinhos não são identificados, mas o movimento da população como um todo é visível em um mapa.

Com as medidas de distanciamento social e home office, houve uma queda sensível no movimento pendular diário de trabalhadores e estudantes. Neste contexto, aglomerações anormais de pessoas podem se sobressair.

As operadoras já haviam percebido isso: em 26 de março, Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, afirmou em entrevista ao UOL: “Depois das medidas de restrição, a gente vê que essa massa não se desloca e a concentração permanece naquelas áreas iniciais”. Inspirado em medidas parecidas implantadas na Coreia do Sul e na Itália, Capdeville afirmou já estar cooperando com a prefeitura do Rio de Janeiro. Na quarta (1º), a Telefônica (Vivo) também anunciou um acordo de cooperação com o governo de São Paulo para uso de dados de deslocamento.

Fornecer essas informações às autoridades pode ajudá-las a acompanhar a pandemia, mas é essencial que tudo seja utilizado de maneira responsável e apenas para os fins anunciados.

Em teoria, o uso de tais dados precisaria ser autorizado previamente pelos usuários, mas a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais abre exceções e prevê boas práticas (como excluir as informações assim que possível e utilizá-las apenas para a tarefa pré-determinada). Além disso, os estados e o Governo Federal declararam calamidade pública – o que flexibiliza algumas normas, afirmou Patricia Ellen, secretária de desenvolvimento econômico, ciência e tecnologia de São Paulo à Reuters. 

A LGPD foi sancionada ainda no mandato de Michel Temer, em agosto de 2018, e entrará em vigor só em agosto deste ano. Ela prevê que os usuários de um serviço qualquer precisam autorizar o uso de seus dados antes do início da coleta e do armazenamento. O Art. 7º afirma que “o tratamento de dados pessoais somente poderá ser realizado nas seguintes hipóteses: I – mediante o fornecimento de consentimento pelo titular.”

O Art. 7º ainda afirma, porém, que o uso dos dados também está autorizado “II – para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador; III – pela administração pública, para o tratamento e uso compartilhado de dados necessários à execução de políticas públicas previstas em leis e regulamentos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos congêneres (…)”. 

Outro trecho da lei diz que o consentimento é dispensável para dados considerados sensíveis nas mesmas duas hipóteses mencionadas nos incisos II e III ali em cima. Os dados sensíveis são definidos pela lei como dados pessoais “sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.” Não há menção a dados de localização. 

Google desabilita novo recurso de privacidade do Chrome por conta do Covid-19

O Google decidiu desfazer uma mudança implementada recentemente no Chrome por causa do coronavírus (COVID-19). A empresa optou por reverter um update que mudaria a forma como o navegador lida com cookies e que poderia fazer com que sites parassem de funcionar adequadamente.

A versão 80 do Chrome, liberada em fevereiro, trouxe uma alteração fundamental na forma como interpreta os cookies SameSite, visando melhorar a privacidade dos usuários dificultando alguns tipos de rastreamento por sites de terceiros, como explica 9to5Google. No entanto, essa transição tem um efeito colateral: quebrar alguns sites que não tenham sido atualizados recentemente para se adaptar.

A empresa entendeu que este momento, durante a pandemia da Covid-19, não era o momento ideal para fazer com que nenhum site parasse de funcionar, sob o risco de tornar inacessíveis serviços essenciais, como o e-commerce ou páginas informativas de governos, como explica a empresa no blog oficial.

O Google diz que não desistiu de implementar a mudança, mas que temporariamente a função será desabilitada a partir desta sexta-feira (3). A expectativa da empresa é que seja possível reativá-la a partir do terceiro trimestre.

Como o coronavírus já começa a afetar o mercado de tecnologia do Brasil

Falta de peças vindas da China mexe com a indústria e pode afetar grandes e pequenas empresas

A esta altura, não há mais como negar: o coronavírus já é um desastre para a economia mundial. A China, epicentro do vírus, precisou praticamente frear a produção industrial para impedir que os funcionários nas linhas de montagem ficassem expostos, o que teve reflexos no mundo inteiro. O Brasil, obviamente, não é diferente.

A indústria brasileira já sente os reflexos da baixa produção na China. O setor de tecnologia sofre com a falta de peças para montagem dos produtos, que tem forçado a paralisação de algumas fábricas no país, forçando empresas a darem férias coletivas para seus funcionários enquanto o fornecimento não é normalizado.

Empresas bastante conhecidas do público brasileiro estão entre as afetadas. A Samsung precisou paralisar a montagem de produtos na cidade de Campinas (SP) por três dias em fevereiro.  O problema atingiu de forma mais grave a LG e a Flextronics, responsável pelos produtos da Motorola no país.

A fábrica da LG, localizada na cidade de Taubaté (SP) iniciou em 2 de março uma paralisação de 10 dias. Enquanto isso, a Flextronics, de Jaguariúna (SP), já havia dado férias coletivas para seus funcionários entre 17 e 28 de fevereiro e anunciou que fará isso novamente entre 9 e 28 de março.

Movimento similar pode ser notado na Zona Franca de Manaus. Várias montadoras já preveem férias coletivas e licenças remuneradas para seus funcionários para lidar com a falta de insumos vindos da China.

Segundo a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee), o Brasil é profundamente dependente dos componentes chineses. Em 2019, 42% dos itens importados pelos fabricantes nacionais vieram da China, e outros 38,3% vieram de outros países asiáticos, que também se veem diante de forte ameaça do coronavírus. No ano passado também foram registrados US$ 7,5 bilhões em importações da China para o Brasil.

Por causa dessa dependência, a associação notou que 6% das empresas a ela ligadas já operam em regime de paralisação parcial e outras 14% já planejavam interrupções em suas linhas de produção, na maior parte dos casos parcialmente. A pesquisa também indica que 48% não têm qualquer plano de parar a produção, mas isso pode mudar se essa situação de escassez se prolongar por mais tempo.

Pode afetar o consumidor?

A organização percebeu uma mudança com seus números mais recentes. Entre seus associados, 54% das empresas afirmam que podem começar a ter dificuldades em entregar os produtos finalizados aos clientes como decorrência da falta de peças caso essa situação se prolongue por mais 47 dias.

Nas pesquisas anteriores da Abinee, as empresas ainda não haviam dado esse indicativo. A associação defendia que o público brasileiro não iria perceber nenhuma mudança no mercado, mesmo com as fábricas temporariamente paralisadas.

O aumento da preocupação da Abinee acompanha a posição menos otimista de outras organizações. Wilson Périco, presidente do Centro das Indústrias do Estado do Amazonas (Cieam), já apontava que a partir deste mês, as empresas sofrendo com a baixa de componentes podem esgotar seus estoques, forçando um agravamento na paralisação da produção.

O resultado no mercado, se chegar a esse ponto, pode afetar consumidores de várias formas. Os estoques nas lojas podem começar a ficar escassos e os preços cobrados pelos produtos devem começar a subir, seguindo a famosa lei de oferta e demanda. Com poucas unidades nas prateleiras, os valores podem ser inflacionados.

Impacto econômico já é real

É fato que a difusão do coronavírus causará um impacto negativo na economia mundial, e os primeiros sintomas já são sentidos. Em conferência da ONU, foi revelado que, apenas levando em conta janeiro e fevereiro, as perdas globais causadas pelo Covid-19 já chegam à casa dos US$ 50 bilhões.

Esse número leva em conta um período curto. Se a pandemia continuar a assustar pessoas e mercados ao redor do mundo por muito mais tempo, as perdas podem ser radicalmente piores, como resultado da dependência das linhas de produção chinesas.

Como nota o jornalista Jamil Chade, no entanto, o impacto para a indústria brasileira foi “leve” até o momento. A “sorte” do Brasil é a indústria fechada, que não movimenta muitas exportações. As perdas estão na casa dos US$ 100 milhões e atingem principalmente o setor automotivo. Também são impactados de forma mais dura as áreas de metais e máquinas.

Esta reportagem foi obtida pelo site: https://olhardigital.com.br/coronavirus/noticia/como-o-coronavirus-ja-comeca-a-afetar-o-mercado-de-tecnologia-do-brasil/97793

Avast coleta e vende dados de navegação dos usuários há anos

Avast coleta e vende dados de navegação dos usuários há anos

Conforme reportagem veiculada pelo site da olhar digital e outras empresa a Companhia

Empresa alega que atividade permite estudar padrões de uso dos serviços na internet; aplicação dos dados está detalhado nos termos do antivírus

Recentemente foi revelado que o antivírus Avast coletou mais de 400 milhões de dados de navegação de usuários, com o objetivo de vendê-las a terceiros – principalmente para anunciantes. O ponto mais crítico desta situação é que a empresa realiza essa atividade desde 2013. Portanto, não é esperado o desconhecimento de tantas pessoas

O CEO da Avast, Ondrej Vlcek, explica que a coleta de dados é comum e geralmente é usada para proteger a privacidade dos usuários, uma vez que as informações são anonimizadas. Tudo indica que essa prática é mais comum do que parece, sendo que outras empresas do ramo fazem o mesmo há muito tempo.

Apesar da aparência ilegal, as empresas geralmente notificam essas ações em detalhes em seus termos de uso, como aponta o site Xataka. Por mais que a coleta de dados com intenções comerciais não tenha muito a cara de uma empresa relacionada à segurança nas redes, a própria Avast explica que isso não representa nenhum risco a longo prazo para os usuários. Os dados são coletados através de extensões adicionadas nos navegadores, dedicadas a extrair o URL dos sites visitados.

E a transparência?

Vlcek foi enfático ao afirmar que, durante a coleta de quaisquer informações, são eliminados dados que possam vir a prejudicar o usuário, de modo a usá-las apenas para fins métricos. Graças a essa coleta, é possível identificar vários padrões em certos serviços disponíveis na internet, pelos quais geralmente são estudados os padrões de uso ao longo do tempo. Em seguida, a Avast vende essas informações para diferentes clientes, especialmente dedicados à publicidade.

Se você deseja ver a exata localização nos termos de uso com os detalhes desta ação, pode visitar este link. Além disso, caso queira desabilitar esta atividade de coleta, pode fazê-lo pelo mesmo site.

Pichau Bate RECORD MUNDIAL Com AMD Threadripper 3990X No HWBOT

Pichau Bate RECORD MUNDIAL Com AMD Threadripper 3990X No HWBOT

Segundo reportagem divulgada no site Pichau Arena, No dia 09/02/2020 caiu o embargo mundial do AMD Threadripper 3990X o processador mais poderoso do mundo atualmente, com 64 núcleos e 128 threads que pode operar a um clock máximo de 4.3GHz em seu modo boost sob demanda por núcleos.

Nada melhor para darmos as boas vindas a esse monstrinho do que testar ele em um cenário de Overclock.

Que provavelmente não vai ser o uso dele por seus compradores

Antes de falarmos o que conseguimos com ele, precisamos entender um pouco de como ele se comporta, então como referência em Stock temos uma processador que trabalha com temperaturas na casa dos 68~75 Graus com um Clock na casa dos 4.200MHz que quando o processador é levado em massa a utilizar todos os seus 128 Threads a 100% vai trabalhar como padrão na casa dos 3.200MHz.

Por curiosidade o seu consumo fica na casa dos 280 a 300W com essa carga de trabalho em Stock e chegando a quase 600W quando em OC.

Sabendo disso, que ele é um processador com muitos núcleos e que quando está a 100% o seu clock fica mais baixo, o primeiro passo é tentar estabilizar ele próximo do seu boost máximo por núcleo. E foi ai mesmo que atacamos!

Em nossos primeiros testes atacamos em um clock de 3.9 GHz com uma tensão bem folgada, realmente para sentir o comportamento. Nesse primeiro teste é somente para conhecer! Percebemos que ele aceitou a tensão bem e conseguiu rodar o Cinebench R20 que é extremamente pesado muito bem e já com ganhos expressivos em cima do valor em Stock.

Nesse momento a minha tensão era de 1.280v e as temperaturas estavam bem altas, mas se mantendo dentro de uma margem que considero aceitável para um CPU com 64 núcleos.

Temperaturas na casa dos 85 graus podem parecer muito, mas sempre devemos lembrar! não estamos falando de 16 threads mais sim de 128 threads

Afinando mais o Overclock baixei o vcore para 1.256v e por incrível que pareça nele eu consegui trabalhar bem a um limite máximo de 4.125MHz. Acima desse valor o sistema não tinha estabilidade para suportar uma rodada completa de Cinebench R20.

Os motivos são 2, falta de vcore exigindo mais tensão e temperatura que vem ligado a tensão mais elevada. Essa combinação nos impõe um limite nessa casa dos 4.1GHz ~ 4125MHz +-

Para curiosidade o clock máximo que atingimos foi 4.225MHz com 1.280v mas pelos motivos acima não conseguimos muita estabilidade nesses valores.

Convenhamos é um valor muito bom já! 4125MHz em 128 Threads é a primeira vez que vejo no mundo!

Agora nossa correria foi com os benchmarks, tive o cuidado de validar todos eles na liga do HWBOT com validação e inclusive alguns e-mails trocados com pessoal de fora auxiliando na verificação e checagem se os dados eram realmente válidos.

Os resultados foram lindos, 31.107 pontos no Cinebench R20 o que se comparado com ele em Stock teve uma diferença de mais de 6.000 pontos! para se ter uma ideia melhor uma Intel Core I9 9900K faz pouco mais de 5.000 pontos nesse benchmark.

Então podemos considerar que entre o 3990X Stock e ele em Overclock temos mais do que um Intel Core I9 9900K de diferença. Brincadeiras a parte, essa pontuação validada nos colocou em 3 lugar no rank mundial do Cinebench R15.

Na sequencia consegui fazer uma ótima rodada de Cinebench R15 com pontuação na casa dos 13.115.

Nos colocando em terceiro lugar no rank mundial de Cinebench R15.

e por último uma pontuação no 7-ZIP que nos garantiu 12 lugar no rank mundial geral e 1 lugar nas categorias 64 Cores e Ryzen Threadripper.

Essas pontuações representando o Brasil, são um pouco do que o AMD Threadripper 3990X é capaz de entregar, com uma sessão de overclock básica com um Water Cooler Pichau Gaming AQUA X200, Placa Mãe ASRock TRX40 Taichi e um KIT de memórias T-Force XTREEM ARGB a 3200MHz foi possível chegar a um pódio bacana.

Com mais tempo, mais opções de hardware e quem sabe um pouco de nitrogênio líquido não conseguimos arrancar mais alguma coisa…. aguardem! 

Validações HWBOT:

https://hwbot.org/submission/4347538_
https://hwbot.org/submission/4347544_
https://hwbot.org/submission/4347547_

Processador AMD Ryzen™ Threadripper™ 3990X

Processador AMD Ryzen™ Threadripper™ 3990X
Threadripper Chip

Um processador para renderizar tudo

Agora com revolucionários 64 núcleos, o processador para desktop mais potente do mundo fará com que o tempo seja irrelevante.* 

Aprovado por Hollywood

O AMD Ryzen™ Threadripper™ da 3ª Geração já demonstrou seu valor para artistas de efeitos especiais de grandes estúdios de filmes.

AMD Socket sTRX4 - TRX40

Novas placas-mãe. Tecnologias exclusivas.

As novas placas-mãe AMD TRX40 incluem a inauguração da conectividade avançada PCIe 4.0 para desktop de alta tecnologia, oferecendo mais largura de banda para criadores do que nunca antes.

Quatro núcleos fornecem 128 threads surpreendentes de poder de multiprocessamento simultâneo, enquanto 288 MB de cache combinada e ampla plataforma de E/S AMD TRX40 trabalham juntos para oferecer um desempenho impressionante.

64 núcleos e 128 threads para cargas de trabalho de renderização extremamente rápidas.

Um número sem precedentes de 88 linhas PCIe® 4.0 para atender a amplas demandas de GPU e NVMe.

Até 288 MB de cache combinado para acesso rápido a grandes conjuntos de dados.

DDR4 de quatro canais com suporte ECC disponível para rendimento confiável.

Wraith Cooler

Processadores excepcionais merecem uma refrigeração excepcional

Soluções térmicas para os processadores Ryzen™ Threadripper™ dos nossos parceiros.SAIBA MAIS

AMD Threadripper motherboard

Suporte de NVMe RAID

Combine até seis discos NVMe para velocidade extrema ou redundância sólida com os processadores Ryzen™ Threadripper™. Ainda quer mais? Obtenha o dobro de largura de banda com o PCIe® 4.0, exclusivamente para desktops de alta tecnologia com placas-mãe AMD TRX40.

AMD Ryzen™ Threadripper™ 3990X

Especificações :

Nº de núcleos de CPU: 64

Nº de threads: 128

Clock básico: 2.9GHz

Clock de Max Boost Até 4.3GHz

Cachê L1 total 4MB

Cachê L2 total 32MB

Cachê L3 total 256MB

Desbloqueado Sim

CMOS:TSMC 7nm FinFET

Packages: TRX4

Versão do PCI Express: PCIe 4.0

TDP / TDP Padrão: 280W

Temps máx: 95°C*

Suporte de SO Edição: Windows 10 – 64-Bit RHEL x86 64-Bit*O suporte ao sistema operacional (SO) poderá variar de acordo com o fabricante.

Memória:

Velocidade máxima da memória: 3200MHz

Tipo de memória: DDR4

Canais de memória: 4

Principais recursos:

Tecnologias compatíveis: Arquitetura do núcleo Zen

Utilitário AMD Ryzen™ Master

Base:

Família de produto: AMD Ryzen™ Processors

Linha de produto: AMD Ryzen™ Threadripper™ Processors Plataforma: Computador de mesa

Bandeja OPN: 100-000000163

OPN PIB: 100-100000163WOF

Data de lançamento: 2/7/2020


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