Switches ArubaOS: Configurando DHCP Server no Switch

Switches ArubaOS: Configurando DHCP Server no Switch

O post de hoje foi escrito em colaboração com o Rafael Eduardo, para a criação de servidor DHCP em Switches ArubaOS. A funcionalidade é bastante útil em localidades de pequeno e médio porte, que assim, utilizando o Switch como Servidor DHCP, acabam economizando recursos em infraestrutura, energia elétrica, ativos de rede etc.

Configuração

 vlan 4
   tagged 1-3,8
   ip address 192.168.4.1 255.255.255.0
   dhcp-server
! Habilitando o dhcp-server na VLAN   
   exit

Script para criar o pool de DHCP para aquela Vlan

dhcp-server pool "VLAN4"
   default-router "192.168.4.1"
! Endereço IP do Gateway  
   dns-server "8.8.8.8,8.8.4.4"
! Endereços IP do servidor DNS  
   network 192.168.4.0 255.255.255.0
! Endereço da Rede  
   range 192.168.4.2 192.168.4.254
! Endereços que serão fornecidos para as requisições DHCP na rede. 
   exit
dhcp-server enable ! Habilitando o servidor DHCP globalmente no Switch

Trocando informações no escopo DHCP

Caso haja a necessidade de trocar alguma informação no escopo DCHP de uma VLAN, siga os passos abaixo:

1º Desabilite o dhcp server

dhcp-server disable

2º Escolha o pool a ser editado

dhcp-server pool "VLAN4"

3º Remova o item a ser editado no caso abaixo o range

no range 192.168.4.2 192.168.4.254

4º Configure o novo escopo a ser entregue pelo Switch via DHCP

range 192.168.4.5 192.168.4.250

5º Habilite o serviço DHCP novamente

dhcp-server enable

Dicas de comandos show

Para verificar o Pool de IPs e quantos estão livres para atribuição, digite:

show dhcp-server pool

Para verificar os IPs atribuídos

show dhcp-server binding

Referencia: https://www.comutadores.com.br/switches-arubaos-configurando-dhcp-server-no-switch/

Switches ArubaOS-CX: Configurando VLANs

Switches ArubaOS-CX: Configurando VLANs

A utilização de VLANs (Virtual Local Area Network) permite que a rede seja dividida em várias redes lógicas dentro de um switch.Uma vez que há a necessidade de separar o tráfego de cada departamento da sua empresa por VLANs, você deverá atribuir cada porta do switch para a VLAN correspondente. Geralmente a configuração de VLANs em switches divide as portas em 2 grupos: portas de acesso e portas de uplink.

Para a comunicação entre os switches da rede (portas de uplink), configure as interfaces como trunk com as suas respectivas VLANs permitidas.

Para comunicação dos hosts conectados ao switch, configure as interfaces como access em sua respectiva VLAN.

Exemplo de configuração de VLANs nas portas de uplink:

Interface 1/1/x   
    vlan trunk allowed [VLAN-LIST | all] 

Exemplo de configuração de VLANs nas portas de acesso:

Interface 1/1/x
  vlan access [VLAN-ID]

No exemplo abaixo, demonstro a configuração do switch utilizando 2 VLANs na rede para segmentação das máquinas:

#ArubaCX1
vlan 1,3-4
!
interface 1/1/2
    vlan trunk native 1
    vlan trunk allowed 3-4
interface 1/1/3
    vlan access 3
interface 1/1/4
    vlan access 4
!
#ArubaCX2
vlan 1,3-4
!
interface 1/1/2
    vlan trunk native 1
    vlan trunk allowed 3-4
interface 1/1/3
    vlan access 3
interface 1/1/4
    vlan access 4
!

Dicas

Caso a porta apresente mensagem de erro durante a configuração da VLAN, como ‘Operation not allowed on an interface with routing enabled’, altere o modo de funcionamento da porta de L3 para L2 com o comando no routing.

ArubaCX1(config-if)# interface 1/1/11
ArubaCX2(config-if)# vlan access 4
Operation not allowed on an interface with routing enabled.
ArubaCX1(config-if)# no routing
ArubaCX2(config-if)# vlan access 4

Para validar a configuração das interfaces e VLAN, utilize os comandos show vlan e show interface brief, entre outros.

A configuração de vlan native é habilitada por default em todas as interfaces configuradas como trunk e ela indica para qual VLAN um quadro não marcado com o ID da VLAN (untagged) será direcionado. Por padrão de mercado todos os pacotes não tagueados são direcionados para a VLAN 1 em uma porta trunk (uplink).

Referência: https://www.comutadores.com.br/category/vlan/

Configuração de VXLAN com BGP EVPN

Configuração de VXLAN com BGP EVPN

O Ethernet Virtual Private Network (EVPN) é uma tecnologia VPN de Camada 2 VPN que fornece conectividade entre dispositivos tanto em Camada 2 como para Camada 3 através de uma rede IP. A tecnologia EVPN utiliza o MP-BGP como plano de controle (control plane) e o VXLAN como plano de dados/encaminhamento (data plane) de um switch/roteador. A tecnologia é geralmente utilizada em data centers em ambiente multitenant ( com múltiplos clientes e serviços) com grande tráfego leste-oeste.

A configuração do EVPN permite ao MP-BGP automatizar a descoberta de VTEPs, assim como o estabelecimento de tuneis VXLAN de forma dinâmica, a utilização de IRB (Integrated Routing and Bridging) anuncia tanto as informações  de Camada 2 e 3 para acesso ao host, fornecendo a utilização do melhor caminho através do ECMP e minimizando flood do trafego multidestination (BUM: broadcast,unicast unknown e multicast)  .

Em resumo o EVPN possui um address Family que permite que as informações de MAC, IP, VRF e VTEP sejam transportadas sobre o MP-BGP, que assim permitem aos VTEPs aprender informações sobre os hosts (via ARP/ND/DHCP etc.).

O BGP EVPN distribui e fornece essa informação para todos os outros pares BGP-EVPN dentro da rede.

Relembrando o VXLAN

O VXLAN prove uma rede de camada 2 sobreposta (overlay) em uma rede de camada 3 (underlay). Cada rede sobreposta é chamada de segmento VXLAN e é identificada por um ID único de 24 bits chamado VNI – VXLAN Network Identifier ou VXLAN ID.

A identificação de um host vem da combinação do endereço MAC e o VNI.  Os hosts situados em VXLANs diferentes não podem comunicar entre si (sem a utilização de um roteador). O pacote original enviado por um host na camada 2 é encapsulado em um cabeçalho VXLAN que inclui o VNI associado ao segmento VXLAN que aquele host pertence.

Os equipamentos que transportam os tuneis VXLAN são chamados de VTEP (VXLAN tunnel endpoints).

Quando um VXLAN VTEP ou tunnel endpoint comunica-se com outros VXLAN VTEP, um túnel VXLAN é estabelecido. Um túnel é meramente um mecanismo de transporte através de uma rede IP.

Todo o processamento VXLAN é executado nos VTEPs. O VTEP de entrada encapsula o tráfego com cabeçalho VXLAN, mais um cabeçalho UDP externo , mais um cabeçalhos IP externo, e então encaminha o tráfego por meio de túneis VXLAN. O VTEP do destino remove o encapsulamento VXLAN e encaminha o tráfego para o destino.

Os dispositivos da rede IP de transporte encaminham o tráfego VXLAN apenas com base no cabeçalho IP externo dos pacotes VXLAN (eles não precisam ter suporte à tecnologia VXLAN).

Uma imagem contendo screenshot, texto

Descrição gerada automaticamente

Um outro ponto importante é que a tecnologia VXLAN supera as limitações de apenas 4 mil domínios de broadcast fornecido por VLANs para até 16 milhões de domínios de broadcast com VNIs. Já para as limitações do Spanning-Tree que coloca os caminhos redundantes em estado de bloqueio, a tecnologia VXLAN permite a construção de todos os uplinks como parte de um backbone IP (rede underlay), utilizando protocolos de roteamento dinâmico para escolha do melhor caminho ao destino, assim fazendo uso do ECMP (Equal Cost Multipath) em uma topologia Spine-Leaf, por exemplo.

BGP EVPN

O BGP EVPN difere do comportamento “Flood and Learn” executado por tuneis VXLANs em diversas maneiras. Enquanto o tráfego multidestination (BUM: broadcast,unicast unknown e multicast) encaminhado pelo VXLAN sem o BGP EVPN necessita de utilizar grupos multicast, o EVPN permite a replicação da identificação dos dispositivos finais com o MP-BGP , assim como as informações do VTEP que ele está associado. As comunicações ARP para IPv4 também pode ser suprimida, aprimorando assim a eficiência do transporte dos dados.

LAB

No laboratório abaixo utilizamos os roteadores HP VSR no release R0621P18-X64, no EVE-NG.

Ambos os Spines estão configurados como VTEP e encaminharão o tráfego do VXLAN VNI 10. A instancia criada para esse cliente, chamamos de ‘clientea’.

Spine está configurado como BGP Router Reflector fechando peerring com ambos Leafs. Nenhum Leaf fecha peering BGP entre si, somente como Spine.

Texto preto sobre fundo branco

Descrição gerada automaticamente

Configuração SPINE 1

#
 sysname Spine-01
#
interface LoopBack0
description OSPF_UNDERLAY
 ip address 192.168.0.1 255.255.255.255
#
interface LoopBack1
description BGP_EVPN_UNDERLAY
 ip address 192.168.0.11 255.255.255.255
#
interface GigabitEthernet1/0
description CONEXAO_LEAF3
 ip address 192.168.13.1  255.255.255.0
#
interface GigabitEthernet2/0
description CONEXAO_LEAF4
 ip address 192.168.14.1 255.255.255.0
#
ospf 1 router-id 192.168.0.1
 description UNDERLAY_OSPF
 area 0.0.0.0
  network 192.168.0.1 0.0.0.0
  network 192.168.0.11 0.0.0.0
  network 192.168.14.0 0.0.0.255
  network 192.168.13.0 0.0.0.255
#
bgp 65001
 group evpn internal
 peer evpn connect-interface LoopBack1
 peer 192.168.0.33 group evpn
 peer 192.168.0.44 group evpn
 #
 address-family l2vpn evpn
  undo policy vpn-target
  peer evpn enable
  peer evpn reflect-client
#

Configuração LEAF 3

#
 sysname Leaf-03
#
interface LoopBack0
description OSPF_UNDERLAY
 ip address 192.168.0.3 255.255.255.255
#
interface LoopBack1
description BGP_EVPN_UNDERLAY
 ip address 192.168.0.33 255.255.255.255
#
interface GigabitEthernet1/0
description CONEXAO_SPINE1
 ip address 192.168.13.3 255.255.255.0
 ospf network-type p2p
#
ospf 1 router-id 192.168.0.3
 description UNDERLAY_OSPF
 area 0.0.0.0
  network 192.168.0.3 0.0.0.0
  network 192.168.0.33 0.0.0.0
  network 192.168.13.0 0.0.0.255
#
bgp 65001
 peer 192.168.0.11 as-number 65001
 peer 192.168.0.11 connect-interface LoopBack1
 #
 address-family l2vpn evpn
  peer 192.168.0.11 enable
#
 vxlan tunnel mac-learning disable
#
 l2vpn enable
#
vsi clientea
 arp suppression enable
 vxlan 10
 evpn encapsulation vxlan
  route-distinguisher auto
  vpn-target auto export-extcommunity
  vpn-target auto import-extcommunity
  quit
#
interface GigabitEthernet3/0
 xconnect vsi clientea
#

Configuração LEAF 4

#
 sysname Leaf-04
#
interface LoopBack0
description OSPF_UNDERLAY
 ip address 192.168.0.4 255.255.255.255
#
interface LoopBack1
description BGP_EVPN_UNDERLAY
 ip address 192.168.0.44 255.255.255.255
#
interface GigabitEthernet2/0
description CONEXAO_SPINE2
 ip address 192.168.14.4 255.255.255.0
  ospf network-type p2p
#
ospf 1 router-id 192.168.0.4
 area 0.0.0.0
  network 192.168.0.4 0.0.0.0
  network 192.168.0.44 0.0.0.0
  network 192.168.14.0 0.0.0.255
#
bgp 65001
 peer 192.168.0.11 as-number 65001
 peer 192.168.0.11 connect-interface LoopBack1
 #
 address-family l2vpn evpn
  peer 192.168.0.11 enable
#
 vxlan tunnel mac-learning disable
#
 l2vpn enable
#
vsi clientea
 arp suppression enable
 evpn encapsulation vxlan
  route-distinguisher auto
  vpn-target auto export-extcommunity
  vpn-target auto import-extcommunity
  quit
  vxlan 10
  quit
#
interface GigabitEthernet3/0
 xconnect vsi clientea
#

Comandos Display bgp l2vpn evpn

Tela de computador com texto preto sobre fundo branco

Descrição gerada automaticamente

Comando display vxlan tunnel

Uma imagem contendo desenho

Descrição gerada automaticamente

Referências

R2702-HPE FlexFabric 5940 & 5930 Switch Series EVPN Configuration Guide

KRATTIGER, Lukas; KAPADIA, Shyam; JANSEN, David; Building Data Centers with VXLAN BGP EVPN – A Cisco NX-OS Perspective – 2017 CiscoPress

3 dicas para diminuir os travamentos do Chrome no Windows 10

3 dicas para diminuir os travamentos do Chrome no Windows 10

A atualização de maio do Windows 10 está fazendo com que o navegador Google Chrome trave mais em alguns computadores. Confira algumas dicas para amenizar este problema!

O Google Chrome é um dos navegadores mais utilizados nos computadores para acessar a internet devido aos seus inúmeros recursos. Por sua vez, quem já realizou a atualização de maio de 2020 do Windows 10 pode ter notado que o browser do Google na versão estável e canary começou a travar com bastante frequência na hora de navegar pela internet.

O problema em questão já foi reconhecido pelo Google, que ainda está trabalhando em uma atualização para poder solucioná-lo. Ainda assim, para não ter que esperar por este update, existem alguns procedimentos sugeridos pelo Google que podem amenizar estes travamentos do Chrome na última versão do Windows 10. Confira!

Limpar os dados de navegação

Apesar de o problema poder ocorrer a qualquer momento no navegador, muitas vezes isso está relacionado aos dados de navegação que são armazenados por ele na hora de acessar sites. Assim, uma simples limpeza destes dados pode ser a solução mais simples para o seu caso.

Antes de seguir este passo a passo, vale lembrar, ele apagará o histórico e outros dados que podem ser importantes para você. Veja como fazer esta limpeza:

1. Abra o navegador Google Chrome normalmente

2. Na sua tela principal, clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”

3. Em “Privacidade e Segurança”, clique em “Limpar dados de navegação”

Reprodução

4. Selecione a guia “Avançado”, selecione a opção “Todo o período”, marque todas as caixinhas e clique em “Limpar dados”.

Reprodução

Quem preferir, também pode acessar o menu para limpar os dados de navegação mais rapidamente ao apertar junto as teclas “Ctrl + Shift + Delete”.

Desabilite ou remova as extensões

As extensões do Google Chrome são amplamente utilizadas no navegador para adicionar novas funções em sites, como no WhatsApp Web. Por sua vez, apesar de serem bem úteis, elas são uma das maiores responsáveis por travamentos do navegador e desabilitar alguns destes complementos pode solucionar boa parte deles. Confira como é o processo para isto:

1. Abra o navegador Google Chrome normalmente;

2. Clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”;

3. Na tela aberta, vá em “Extensões”;

Reprodução

4. Agora, basta clicar em “Remover” nos complementos que serão desinstalados. Caso prefira, você também pode apenas “desabilitá-los” ao desmarcar a sua chavinha.

Reprodução

Restaurar as configurações padrões do Chrome

Se as duas soluções acima ainda não foram o suficiente para fazer o Chrome voltar ao normal, então, existe a possibilidade de resetar todas as configurações do navegador, o que recomendamos apenas em último caso. Segue o passo a passo:

1. Abra o navegador Google Chrome normalmente;

2. Clique no ícone representado por “três pontos” e vá em “Configurações”;

Reprodução

3. Expanda o menu “Avançado” e clique em “Redefinir e limpar”;

Reprodução

4. Na nova tela, vá em “Restaurar configurações para os padrões originais”;

Reprodução

5. Já na mensagem que surge, clique em “Redefinir configurações”.

Reprodução

Pronto! Com estas dicas, você deve conseguir ao menos amenizar um pouco dos travamentos do Chrome que ocorrem com a última atualização do Windows.

Covid-19: Ministério erra primeira divulgação; Brasil tem 2.575 mortos

Covid-19: Ministério erra primeira divulgação; Brasil tem 2.575 mortos

A taxa de letalidade é de 6,3%; número de casos confirmados chega a 40.581 no país

Segundo reportagem veiculada pelo site olhar digital:

[Atualização] O Ministério da Saúde atualizou, nesta segunda-feira (20), o número de casos confirmados e mortos causados pela pandemia do novo coronavírus no Brasil. Até o momento, são 2.575 óbitos registrados e 40.581 casos confirmados. A taxa de letalidade da doença é de 6,3%

Em 24 horas, 113 novos óbitos foram registrados. Um pouco mais cedo, o Ministério havia dito que o número de mortes no período era de 383 mortos. Mas voltou atrás e explicou que, por um erro de digitação, divulgou a informação incorreta.

Do total de óbitos decorrentes da doença, São Paulo bateu a marca de mil óbitos, com 1.307 registros em todo o estado, além de 14.580 casos confirmados. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, com 422 mortes e 4.899 casos.

Reprodução

Quarentena estendida

A fim de conter o avanço da doença, o governo de São Paulo ampliou a quarentena no estado até o dia 10 de maio. Segundo o governador João Doria, “Nenhuma aglomeração de nenhuma espécie em nenhuma cidade ou área do estado de São Paulo será admitida. As Guardas Municipais ou Metropolitanas deverão agir”, afirmou.

Situação no mundo

O novo coronavírus já infectou mais de 2,4 milhões de pessoas em todo o mundo, um marco alcançado apenas cinco meses depois de ter surgido na cidade chinesa de Wuhan. O número de pessoas mortas pela doença superou a marca de 167 mil mundialmente. Mais de 639 mil pessoas se recuperaram da doença.

Impacto regulatório

A InteliGov, startup de monitoramento parlamentar, criou um site com monitoramento automático e parametrizado do Diário Oficial da União e do Legislativo (federal, estadual e municipal) em tempos de crise. Nele, é possível ver todas as menções à Covid-19 no Diário Oficial da União (DOU).

Pioneira na automação do monitoramento de informações governamentais, a InteliGov usa sua tecnologia para atualizar automaticamente as informações a cada hora, no caso do DOU, e diariamente, quanto às iniciativas do Legislativo.

Todo material disponível é gratuito, e dividido em duas categorias: ‘publicações na imprensa oficial’ e ‘proposições legislativas’.

Confira em tempo real a COVID-19 no Brasil:

Novos horários de funcionamento por conta da COVID-19

Novos horários de funcionamento por conta da COVID-19

Devido a pandemia nosso horário de funcionamento tem seguido as regras e sugestões da Guarda civil de são caetano do sul

Segue nossa tabela de horários vigentes atualmente:

Segunda à Sexta feira – das 8:30 as 17:30 hrs

Não estamos abertos aos sábados, domingos e feriados

Trabalhamos com suportes remotos e fornecimento de peças e acessórios

na cidade de são caetano disponibilizamos um serviço de Leva e trás equipamentos, para melhor atendimento e conforto neste momento.

Telefones disponíveis para suporte remoto:

(11) 94003-6762 / (11) 4232-3608- Whatsapp

Governo terá acesso à localização de celulares para monitorar quarentena

Governo terá acesso à localização de celulares para monitorar quarentena

Conforme veiculado no site da super interessante e visto em algumas noticias do site UOL as operadoras garantiram nesta quinta (2/04) que a ideia é só acompanhar o deslocamento da população – sem revelar a identidade do dono de cada aparelho.

Na sexta-feira passada (27), o Ministério da Ciência, Inovação, Tecnologia e Comunicação publicou um vídeo no Twitter em que Marcos Pontes anuncia uma colaboração do Governo Federal com as cinco principais operadoras de telefonia móvel do País para rastrear a localização de 222,2 milhões de linhas. O objetivo é ficar de olho em aglomerações e antever o espalhamento do novo coronavírus. O vídeo foi apagado logo em seguida sem justificativa por parte do MCITC, mas usuários salvaram o conteúdo na íntegra. Na quinta (2), as operadoras finalmente oficializaram a medida. As informações são do UOL Tilt

“As operadoras – Algar Telecom, Claro, Oi, Tim e Vivo, atuando em parceria – vão fornecer os dados de mobilidade originados pelos celulares nas redes móveis ao MCTIC, que possui uma sala de acompanhamento do tema e poderá disponibilizar as informações a todas as esferas do poder público”, afirmou o Sinditelebrasil, sindicato das empresas de telefonia, em um release publicado quinta (2) de manhã.

Eles garantiram que “os dados fornecidos visam exclusivamente o combate à covid-19. Estarão em nuvem pública (data lake) e organizados de forma agregada (…) e anônima, de acordo com as normas da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e do Marco Civil da Internet”. Pontes também garantiu que não haverá problemas de privacidade. Caso você esteja se perguntando, um data lake é um repositório de dados desestruturado, com as informações em estado bruto. Não se parece em nada com uma planilha de Excel.

Em uma metrópole, é possível usar a localização das antenas a que cada chip se conecta para acompanhar, ao longo do dia, o deslocamento de milhares ou milhões de pontinhos dos subúrbios para o centro ou vice-versa nos horários de pico. Os pontinhos não são identificados, mas o movimento da população como um todo é visível em um mapa.

Com as medidas de distanciamento social e home office, houve uma queda sensível no movimento pendular diário de trabalhadores e estudantes. Neste contexto, aglomerações anormais de pessoas podem se sobressair.

As operadoras já haviam percebido isso: em 26 de março, Leonardo Capdeville, CTIO da TIM, afirmou em entrevista ao UOL: “Depois das medidas de restrição, a gente vê que essa massa não se desloca e a concentração permanece naquelas áreas iniciais”. Inspirado em medidas parecidas implantadas na Coreia do Sul e na Itália, Capdeville afirmou já estar cooperando com a prefeitura do Rio de Janeiro. Na quarta (1º), a Telefônica (Vivo) também anunciou um acordo de cooperação com o governo de São Paulo para uso de dados de deslocamento.

Fornecer essas informações às autoridades pode ajudá-las a acompanhar a pandemia, mas é essencial que tudo seja utilizado de maneira responsável e apenas para os fins anunciados.

Em teoria, o uso de tais dados precisaria ser autorizado previamente pelos usuários, mas a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais abre exceções e prevê boas práticas (como excluir as informações assim que possível e utilizá-las apenas para a tarefa pré-determinada). Além disso, os estados e o Governo Federal declararam calamidade pública – o que flexibiliza algumas normas, afirmou Patricia Ellen, secretária de desenvolvimento econômico, ciência e tecnologia de São Paulo à Reuters. 

A LGPD foi sancionada ainda no mandato de Michel Temer, em agosto de 2018, e entrará em vigor só em agosto deste ano. Ela prevê que os usuários de um serviço qualquer precisam autorizar o uso de seus dados antes do início da coleta e do armazenamento. O Art. 7º afirma que “o tratamento de dados pessoais somente poderá ser realizado nas seguintes hipóteses: I – mediante o fornecimento de consentimento pelo titular.”

O Art. 7º ainda afirma, porém, que o uso dos dados também está autorizado “II – para o cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador; III – pela administração pública, para o tratamento e uso compartilhado de dados necessários à execução de políticas públicas previstas em leis e regulamentos ou respaldadas em contratos, convênios ou instrumentos congêneres (…)”. 

Outro trecho da lei diz que o consentimento é dispensável para dados considerados sensíveis nas mesmas duas hipóteses mencionadas nos incisos II e III ali em cima. Os dados sensíveis são definidos pela lei como dados pessoais “sobre origem racial ou étnica, convicção religiosa, opinião política, filiação a sindicato ou a organização de caráter religioso, filosófico ou político, dado referente à saúde ou à vida sexual, dado genético ou biométrico, quando vinculado a uma pessoa natural.” Não há menção a dados de localização. 

Google desabilita novo recurso de privacidade do Chrome por conta do Covid-19

O Google decidiu desfazer uma mudança implementada recentemente no Chrome por causa do coronavírus (COVID-19). A empresa optou por reverter um update que mudaria a forma como o navegador lida com cookies e que poderia fazer com que sites parassem de funcionar adequadamente.

A versão 80 do Chrome, liberada em fevereiro, trouxe uma alteração fundamental na forma como interpreta os cookies SameSite, visando melhorar a privacidade dos usuários dificultando alguns tipos de rastreamento por sites de terceiros, como explica 9to5Google. No entanto, essa transição tem um efeito colateral: quebrar alguns sites que não tenham sido atualizados recentemente para se adaptar.

A empresa entendeu que este momento, durante a pandemia da Covid-19, não era o momento ideal para fazer com que nenhum site parasse de funcionar, sob o risco de tornar inacessíveis serviços essenciais, como o e-commerce ou páginas informativas de governos, como explica a empresa no blog oficial.

O Google diz que não desistiu de implementar a mudança, mas que temporariamente a função será desabilitada a partir desta sexta-feira (3). A expectativa da empresa é que seja possível reativá-la a partir do terceiro trimestre.

Avast coleta e vende dados de navegação dos usuários há anos

Avast coleta e vende dados de navegação dos usuários há anos

Conforme reportagem veiculada pelo site da olhar digital e outras empresa a Companhia

Empresa alega que atividade permite estudar padrões de uso dos serviços na internet; aplicação dos dados está detalhado nos termos do antivírus

Recentemente foi revelado que o antivírus Avast coletou mais de 400 milhões de dados de navegação de usuários, com o objetivo de vendê-las a terceiros – principalmente para anunciantes. O ponto mais crítico desta situação é que a empresa realiza essa atividade desde 2013. Portanto, não é esperado o desconhecimento de tantas pessoas

O CEO da Avast, Ondrej Vlcek, explica que a coleta de dados é comum e geralmente é usada para proteger a privacidade dos usuários, uma vez que as informações são anonimizadas. Tudo indica que essa prática é mais comum do que parece, sendo que outras empresas do ramo fazem o mesmo há muito tempo.

Apesar da aparência ilegal, as empresas geralmente notificam essas ações em detalhes em seus termos de uso, como aponta o site Xataka. Por mais que a coleta de dados com intenções comerciais não tenha muito a cara de uma empresa relacionada à segurança nas redes, a própria Avast explica que isso não representa nenhum risco a longo prazo para os usuários. Os dados são coletados através de extensões adicionadas nos navegadores, dedicadas a extrair o URL dos sites visitados.

E a transparência?

Vlcek foi enfático ao afirmar que, durante a coleta de quaisquer informações, são eliminados dados que possam vir a prejudicar o usuário, de modo a usá-las apenas para fins métricos. Graças a essa coleta, é possível identificar vários padrões em certos serviços disponíveis na internet, pelos quais geralmente são estudados os padrões de uso ao longo do tempo. Em seguida, a Avast vende essas informações para diferentes clientes, especialmente dedicados à publicidade.

Se você deseja ver a exata localização nos termos de uso com os detalhes desta ação, pode visitar este link. Além disso, caso queira desabilitar esta atividade de coleta, pode fazê-lo pelo mesmo site.

Fim do suporte do Windows 7 e do Office

Fim do suporte do Windows 7 e do Office

O suporte para Windows 7 terminará no dia 14 de janeiro de 2020, e a sua experiência poderá ser diferente, dependendo de sua versão do Office.

Observação: Se você for um profissional de TI responsável pela implantação do Office em uma empresa, aconselhamos ver Fim do suporte do Windows 7 e o Office 365_ ProPlus.

Selecione a guia Office 365 ou Outras Versões do Office abaixo para saber mais sobre o que você precisa fazer após o fim do suporte para o Windows 7.

Office 365

Windows 7 e Office 365

Office 365 é governado pela política de ciclo de vida moderna que exige que os clientes estejam sempre atualizados conforme a manutenção e os requisitos do sistema para o produto ou serviço, inclusive usando o Office 365 em um sistema operacional Windows com suporte no momento.

O uso de Office 365 em sistemas operacionais mais antigos e sem suporte pode causar problemas de desempenho e confiabilidade com o tempo. Como uma valiosa assinatura do Office 365, gostaríamos de fornecer uma experiência estável do Office 365. Portanto, se você estiver usando o Office 365 em um computador executando o Windows 7, recomendamos migrar para o Windows 10.

Mesmo não havendo mais suporte para o Windows 7 após janeiro de 2020, decidimos fornecer a você as atualizações de segurança para Office 365 pelos próximos três anos até janeiro de 2023. Daremos mais tempo para que a transição do uso do Office 365 em dispositivos com Windows 7 para um sistema operacional compatível, como o Windows 10. Mas, durante esse período, enquanto o dispositivo ainda estiver executando o Windows 7, o Office 365 não receberá novas atualizações de recursos.

Depois de migrar para um sistema operacional Windows compatível, todos Office 365 os recursos e atualizações de segurança serão retomados normalmente. Neste momento, você pode executar uma atualização do Office para verificar se você tem a versão mais recente.

Desinstalar o Windows 7 e outras versões do Office

As versões sem assinatura do Office, como o Office Home & Student ou o Office Home & Business, terão suporte completo com base na política de ciclo de vida fixo. No entanto, o Windows 7 não receberá mais atualizações de segurança, o que o deixará vulnerável a ameaças à segurança. Assim, se você estiver executando o Microsoft Office em um computador com o Windows 7, recomendamos migrar para o Windows 10.

A tabela a seguir mostra as versões com suporte do sistema operacional do Office e do Windows.

SO WindowsOffice 2010Office 2013Office 2016Office 2019
Windows 7Com suporteCom suporteCom suporteN/D
Windows 8.1Com suporteCom suporteCom suporteN/D
Windows 10Com suporteCom suporteCom suporteCom suporte

* Essas versões do Office continuarão a ter suporte enquanto estiverem dentro da política de ciclo de vida da Microsoft. No entanto, se o problema for resultado da combinação do Office e de um sistema operacional sem suporte (que será o Windows 7 após 14 de janeiro de 2020), o problema não terá suporte.

Como obter o Windows 10

Para manter a confiabilidade e a estabilidade do Office 365, recomendamos migrar para o Windows 10.

O Windows 10 está disponível para que a compra atualize um computador existente, no entanto, os PCs mudaram substancialmente porque o Windows 7 foi lançado há dez anos. Os computadores de hoje são mais rápidos, robustos e mais elegantes. Além disso, eles já vêm com o Windows 10 instalado!

Para obter ajuda sobre como encontrar um que atenda às suas necessidades e ao seu orçamento, entre em contato com um de nossos consultores e por que os computadores com o Windows 10?

Se você comprou um computador novo com Windows 10, mas precisa de ajuda para transferir seus arquivos, consulte migrar para um computador com Windows 10.

Dica: Se seu computador for gerenciado pelo seu trabalho ou escola e você recebeu uma notificação de atualização para o Windows 10, consulte o suporte técnico de TI ou o administrador de TI sobre como atualizar. Siga as recomendações da sua organização para obter instruções sobre como transferir seus arquivos e aplicativos.


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