Google Photos será pago a partir de junho

Serviço Google Photos, que guarda fotos na nuvem, passará a usar o mesmo armazenamento do Drive, com limite de 15 GB; planos com espaço extra têm preços competitivos o serviço de armazenamento de fotos, será pago a partir de 1º de junho; veja como fazer o download das imagens ou contratar os planos pagos

Com a mudança, as fotos enviadas para a plataforma passarão a consumir o mesmo espaço já usado no Google Drive, que inclui arquivos de outros tipos, e é limitado a 15 GB na versão grátis

A alteração não é novidade: ela foi anunciada pelo Google em novembro de 2020. Conforme avisado na época, a mudança também não será imediata: fotos enviadas até 31 de maio continuam aproveitando o armazenamento ilimitado e não serão incluídas na contagem dos 15 GB gratuitos

Como baixar fotos do serviço?

Para quem não gostou da mudança, é possível baixar todas as imagens e vídeos salvos no Google Photos, guardando estes arquivos somente no próprio computador. Deste modo, o armazenamento de 15 GB do Google Drive será consumido apenas pelos arquivos enviados para lá.

Quem tem poucas fotos ou vídeos pode preferir fazer o download individual dos arquivos. Para isto, basta acessar o Google Photos, selecionar os itens desejados na galeria, clicar no botão com três pontos verticais (no canto superior direito) e escolher a opção “fazer download”. É possível escolher vários arquivos de uma vez segurando o botão Shift enquanto seleciona.

Caso haja muitos arquivos, no entanto, escolher manualmente para fazer o download pode ser muito trabalhoso. Neste caso, o Google oferece uma ferramenta que facilita a exportação de vários dados de uma vez, o Takeout.

O uso é simples: acesse o site do Google Takeout, que mostrará um menu com os dados de vários serviços do Google – Chrome, Agenda, Drive, GMail, entre outros. Caso todas as caixas de seleção estejam marcadas, escolha a opção “desmarcar tudo”, acima da lista de serviços, e em seguida role a página até o item “Google Photos” e selecione. Clique no botão “próximo passo”, que mostrará as opções para exportar os dados: é possível receber um link para download das informações ou transferi-las para uma conta do Google Drive, Dropbox, OneDrive ou Box.com.

Outra alternativa é a utilização do serviço de terceiros como o aplicativo RaiDrive, está disponível em nossa página de downloads.

Este aplicativo sincroniza diversos tipo de nuvem como uma unidade mapeada no próprio PC, isso simplifica a cópia de dados para o comum, copiar e colar, ou recortar e colar.

Nuvem: armazenamento pago do Google pode ser mais barato que concorrentes

Outra opção é usar os serviços pagos de armazenamento na nuvem. Para este tipo de solução, os mais conhecidos são o próprio Google Drive, o OneDrive, da Microsoft, o iCloud, da Apple, e o Dropbox.

Em comparação com a concorrência, o Google é mais vantajoso nas opções grátis e nos planos mais baratos. Sem pagar pelos serviços, a Microsoft e a Apple oferecem 5 GB de armazenamento, enquanto o Dropbox dá apenas 2 GB, contra 15 GB do Google Drive. Nas modalidades pagas, as opções mais baratas oferecidas por cada empresa são:

  • Google One: 100 GB por R$ 6,99/mês ou R$ 69,90/ano;
  • Apple iCloud: 50 GB por R$ 3,50 mensais;
  • Microsoft OneDrive: 100 GB por R$ 9,00 mensais;
  • Dropbox: 2 TB (2.000 GB) por US$ 11,99 (cerca de R$ 65 em conversão direta) mensais ou US$ 120 (cerca de R$ 650) anuais.

Além dos planos acima, as empresas oferecem outras opções de armazenamento:

  • Google One: 200 GB por R$ 9,99/mês ou R$ 99,99/ano, e 2 TB por R$ 34,99/mês ou R$ 349,99/ano
  • Apple iCloud: 200 GB por R$ 10,90 mensais e 2 TB por R$ 34,90 mensais;
  • Microsoft OneDrive: 1 TB (1.000 GB) por R$ 28/mês ou R$ 279/ano e 6 TB (1 TB por pessoa, para até seis contas) por R$ 35/mensais ou R$ 349/ano;
  • Dropbox: 2 TB (2.000 GB) por US$ 19,99 (cerca de R$ 110 em conversão direta) mensais ou US$ 204 (cerca de R$ 1.100) anuais.

Cada empresa traz diferentes vantagens para tentar atrair os clientes, então o melhor plano pode variar de acordo com a necessidade do usuário. No Google, todos os planos pagos permitem compartilhar o armazenamento com até cinco contas (a que contratou o plano mais quatro outras). Na Apple, essa opção está disponível nos planos de 200 GB e 2 TB, mas permite usar a conta original e cinco outras, totalizando seis.

A Microsoft, por sua vez, só traz o compartilhamento na versão mais cara, que dá 1 TB por usuário a até seis contas. Todavia, os planos de R$ 28 e de R$ 35 mensais, e suas versões anuais, vêm com o Office incluído, permitindo usar as versões online ou locais dos programas de escritório da empresa.

O serviço que aparenta ser menos vantajoso é o Dropbox. Além de ser mais caro que os concorrentes, a única diferença entre os planos individual e familiar é a possibilidade de compartilhar o armazenamento, mas o espaço não muda: em ambos os planos, são 2 TB disponíveis.

Google desabilita novo recurso de privacidade do Chrome por conta do Covid-19

O Google decidiu desfazer uma mudança implementada recentemente no Chrome por causa do coronavírus (COVID-19). A empresa optou por reverter um update que mudaria a forma como o navegador lida com cookies e que poderia fazer com que sites parassem de funcionar adequadamente.

A versão 80 do Chrome, liberada em fevereiro, trouxe uma alteração fundamental na forma como interpreta os cookies SameSite, visando melhorar a privacidade dos usuários dificultando alguns tipos de rastreamento por sites de terceiros, como explica 9to5Google. No entanto, essa transição tem um efeito colateral: quebrar alguns sites que não tenham sido atualizados recentemente para se adaptar.

A empresa entendeu que este momento, durante a pandemia da Covid-19, não era o momento ideal para fazer com que nenhum site parasse de funcionar, sob o risco de tornar inacessíveis serviços essenciais, como o e-commerce ou páginas informativas de governos, como explica a empresa no blog oficial.

O Google diz que não desistiu de implementar a mudança, mas que temporariamente a função será desabilitada a partir desta sexta-feira (3). A expectativa da empresa é que seja possível reativá-la a partir do terceiro trimestre.

Como fazer uma limpeza no Chrome para liberar espaço no celular

Como fazer uma limpeza no Chrome para liberar espaço no celular

Recurso do Chrome para Android permite a você fazer uma limpeza manual em arquivos de sites para liberar espaço no celular. Saiba como usá-lo!

Reportagem original: https://olhardigital.com.br/dicas_e_tutoriais/noticia/como-fazer-uma-limpeza-no-chrome-para-liberar-espaco-no-celular/93753

O Google Chrome já vem instalado por padrão nos celulares com o sistema Android e é a opção de muitas pessoas para acessar a internet. Assim como outros browsers, ao navegar na internet, o Chrome acaba salvando alguns arquivos no dispositivo para facilitar o acesso a sites e outras tarefas ou ações relacionadas a eles.

Por sua vez, é claro, esses arquivos passam a ocupar um espaço considerável no dispositivo após certo tempo e nem sempre é fácil localizá-los para fazer uma limpeza. A seguir, veja como fazer uma limpeza manual dos arquivos de sites no Chrome do Android para liberar espaço no celular.

Importante

É importante ressaltar que o procedimento demonstrado abaixo não oferece riscos, mas você pode perder alguns dados de navegação como um login ou uma preferência salva para determinado site. A função utilizada no processo abaixo não está presente na versão do navegador para iOS (sistema do iPhone).

Como fazer a limpeza dos arquivos de sites no Google Chrome do Android

A limpeza manual do cache do Chrome é feita de forma bem simples, sendo realizada dentro do próprio aplicativo, mas a função fica um pouco escondida. Confira:

1. Abra o Google Chrome normalmente e toque no ícone representado por “três pontos”

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Entre em “Configurações”, deslize a tela para baixo e, então, clique em “Configurações do site”;

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Mais uma vez, deslize a tela para baixo e, agora, entre em “Armazenamento”

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Toque em “Limpar armazenamento de site” e, na mensagem que surge, clique em “Limpar”

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Se preferir remover os dados de apenas um site, toque nele na lista, selecione a opção “Limpar e redefinir”

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Em nosso teste, ao fazer uma limpeza desses sites foi possível liberar 1GB de espaço em nosso aparelho, mas esse tamanho pode variar de acordo com o tempo que você usa o navegador. Após realizar o procedimento, você não deverá notar nenhuma mudança no Chrome, apenas o espaço disponível no aparelho estará maior.

Pronto! Agora, você já sabe como eliminar alguns dados de navegação de sites do Chrome de forma manual para liberar espaço no seu celular com o Android.

Como habilitar a nova função do Chrome para poupar memória RAM

Como habilitar a nova função do Chrome para poupar memória RAM

Reportagem original: https://olhardigital.com.br/dicas_e_tutoriais/noticia/como-habilitar-a-nova-funcao-do-chrome-para-poupar-memoria-ram/91535

Nova função para ‘congelar abas’ do Google Chrome pode fazer o navegador consumir menos memória RAM. Saiba como habilitá-la!

O Google Chrome é um dos navegadores mais utilizados no mundo, possuindo versões para computadores e Celular Smart. Apesar de sua popularidade, algo que desagrada seus usuários é o alto consumo de memória RAM, que acaba deixando os computadores lentos ou com travamentos, principalmente computadores mais antigos.

Para mudar a situação, o Google está implementando no navegador um novo recurso, que ajuda a poupar o consumo de memória RAM ao congelar abas, mas ele não vem habilitado por padrão. A seguir, veja como habilitar o novo recurso do Chrome para ele consumir menos memória RAM.

Importante

Esta nova função do Google Chrome, por enquanto, só está disponível na versão Canary do navegador, que é destinada para testes e desenvolvedores. Assim, por estar constantemente em desenvolvimento, esta versão do browser pode apresentar instabilidades.

A instalação do Google Chrome Canary não interfere no uso do navegador em sua versão normal, ou seja, você pode utilizar os dois browsers separadamente.

Como habilitar a função do Chrome para diminuir o consumo de memória RAM

Para diminuir o consumo de memória RAM, este recurso faz com que as abas que não estejam em uso sejam congeladas, ou seja, apenas o site que você está visualizando continua sendo atualizado ou recarregado em tempo real, enquanto as outras abas só farão este processo quando voltarem a serem abertas. Confira como habilitar o congelamento de abas do Chrome:

Acesse o site oficial do Google Chrome Canary e realize o seu download. Caso já tenha ele instalado, basta atualizá-lo para a sua última versão;

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Acesse o seguinte endereço: chrome:\\flags

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Procure por “Tab freeze” na parte de buscas da página aberta

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Mude o seu valor padrão para “Enabled”

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Na mensagem que aparece, clique em “Relaunch”

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A partir deste momento, toda vez que uma aba não for aberta por 5 minutos, ela será congelada e não terá atualizações, o que diminui o consumo de memória RAM. Caso você não goste do resultado do novo recurso, basta seguir novamente o passo a passo descrito acima deixando o valor de “Tab freeze” em “Disabled”.

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Pronto! Agora, você já sabe como habilitar o novo recurso do Chrome para evitar o seu alto consumo de memória RAM ao deixar muitas abas abertas.

Huawei confirma que pode lançar seu próprio sistema operacional ainda em 2019

Depois de rumores indicarem que a Huawei já tinha um“plano B” para seus equipamentos prevendo a colocação na “lista negra” dos Estados Unidos que aconteceu no fim da semana e que impedem a empresa de utilizar o sistema Android com todas as funcionalidades em seus smartphones, a empresa finalmente oficializou aquilo que todos já esperavam.

Nesta quinta-feira (23) o chefe da divisão de relacionamento com o consumidor da Huawei, Richard Yu, confirmou que a empresa já tem mesmo um sistema operacional capaz de substituir tanto o Android nos smartphones quanto o Windows nos laptops, e que ele estaria pronto para ser disponibilizado ao público ainda este ano.

Caso a Huawei não consiga chegar a um acordo com o governo dos Estados Unidos para continuar utilizando os sistemas operacionais da Google e da Microsoft, Yu confirmou que a empresa já possui seu próprio sistema operacional para substituir os atualmente utilizados. Esse sistema operacional da Huawei já estaria pronto para ser utilizado em smartphones e computadores da China até o final deste ano, e seria disponibilizado mundialmente no primeiro semestre de 2020.

Yu garante que, no momento, a Huawei está comprometida em continuar utilizando o Android e a Windows como o SO de seus equipamentos, e até prefere continuar utilizando-o no futuro, garantindo que a troca para o sistema proprietário da empresa só será efetuada caso o governo dos Estados Unidos a impeça de continuar utilizando esses programas de empresas americanas.

Google pode perder quase 1 bilhão de usuários se Huawei abandonar o uso do Android

Desde que o presidente dos Estados Unidos assinou o documento que proíbe a Huawei de negociar com empresas do país, uma grande aura de incerteza paira sobre o futuro da companhia chinesa. E uma das incertezas principais é sobre o sistema operacional dos smartphones da companhia, que historicamente sempre utilizaram o Android, mas, como a empresa responsável pelo sistema (a Google) tem sua sede nos Estados Unidos, há a possibilidade de os próximos aparelhos da Huawei não utilizarem mais o Android, mas sim um sistema operacional próprio.

A impossibilidade de lançar seus smartphones com o sistema Android será um problema para a Huawei mas, de acordo com o CEO da empresa, Ren Zhengfei, a Google também deverá sofrer muito com essa decisão do presidente Trump. Em entrevista para a CNBC, ele revelou que, caso a empresa seja mesmo obrigada a parar de utilizar o sistema Android em seus aparelhos, a Google deverá perder cerca de 800 milhões de usuários de uma hora para a outra, o que irá impactar em muito os negócios da companhia dos Estados Unidos.

Afinal, não podemos esquecer que a Huawei é, hoje, a segunda maior fabricante de smartphones do mundo — e caminhando para se tornar a maior. Mesmo que, num primeiro momento, esses números pareçam inflacionados, é preciso lembrar que apenas neste ano (considerando dados de até maio) a Huawei já vendeu cerca 100 milhões de smartphones ao redor do mundo, e a meta é de terminar 2019 com pelo menos 250 milhões de aparelhos vendidos.

Considerando que a empresa já vem mantendo número nesta faixa nos últimos cinco anos, e que a guerra fiscal entre os Estados Unidos e a China tem sido a melhor campanha de marketing para a empresa e aumentado a procura dela no país natal (que é, por coincidência, o maior mercado de smartphones do mundo), mesmo que os números de Zhengfei estejam inflados, as siglas reais do número de usuários perdidos não serão tão diferentes dos levantados pelo CEO.

Ainda que o bloqueio pareça estar perdendo força — com não apenas membros do gabinete do presidente mas também empresas como a Qualcomm, a Intel e a própria Google pressionando o governo sobre os efeitos negativos que este bloqueio poderá gerar para a economia do país —, a Huawei já avisou que está preparada para se adequar a um mercado onde não poderá negociar com empresas americanas, e já possui um sistema operacional próprio pronto para ser lançado ainda este ano na China — e no começo de 2020 no resto do mundo.

Ao assinar o bloqueio, Trump mostrou um mais uma vez desconhecimento sobre como funciona uma economia realmente global, onde é impossível cortar relações com uma das maiores empresas do mundo sem gerar problemas para o próprio futuro econômico do país. E, se ele não voltar atrás no banimento da Huawei, essa decisão poderá acabar coroando o seu governo como aquele que, ao tentar mostrar os Estados Unidos como superiores aos seus adversários econômicos, acabou por provar como a economia do país é dependente do resto do mundo.

Fonte: CNBC